RELATÓRIO DO CGNAD

23/10/2019 09h:23

O SINDIPREV/SE, sempre atuante em Sergipe e Brasília, participou da reunião do CGNAD que aconteceu nos dias 22 e 23 em Brasília. O diretor do SINDIPREV/SE e membro do CGNAD, Deivid Chirstian, participou da reunião no intuito de fortalecer a unidade nacional no sentido de refazer a pontuação das tarefas e alterar a metodologia imposta pelo Governo.

Confira o relatório:

A reunião do CGNAD, realizada dia 22 de outubro de 2019, iniciou com o Presidente da Comissão, Hélder, justificando a demora na divulgação do índice de setembro,  por ter de expurgar as tarefas do BMOB, e como tratar a novidade, certificado de indisponibilidade de sistemas.

Primeiro, mantivemos a posição de sermos contra a meta de 90 pontos, por ser impossível na realidade atual, o servidor atingir. Em especial mantivemos nossa posição de ser contrário a meta individual compor a parte institucional da GDASS.

Sobre a nota do abatimento pela indisponibilidade dos sistemas, argumentamos a necessidade de ser majorada, pois, está aquém de seu real impacto, duas horas já causa um grande prejuízo na produção do servidor e quatro horas, já deveria ser 100%, face as modalidades de trabalho.

Disseram que o Presidente do INSS, junto com a Dataprev, expediu o comunicado.

Questionamos ainda quais sistemas está sendo apurado para o certificado.  Não souberam responder.

 

Sobre o programa que possibilitaria o acompanhamento real da meta,  disseram ainda não estar concluído, e que esperam apresentar em breve. Apontamos ser muito importante para os servidores acompanharem uma vez que se trata do indicador da gratificação que compõe a maior parte da nossa remuneração.

Com argumentos e demandas encaminhadas por servidores da GEX Recife, questionamos que na contagem total de servidores lotados nas gerências, devem subtrair os servidores que não estão sob a subordinação das GEX's exemplo:  auditoria, corregedoria, APS de acordo internacional, etc)  já que as atividades não são demandas das gerências mas sim de regionais, nacionais e até internacionais e a quantidade de servidores pesam apenas para algumas gerenciais em especial no ITC-GDASS.

Concordaram e informaram que iriam suprimir esses servidores.

Em relação as ADJ's solicitamos que as atividades destas deveriam compor a cesta prioritária do ITC-GDASS por serem demandas de primeira prioridade uma vez que se trata de ordem judicial. A representação do INSS informou que por motivos de sistemas não conseguiriam no momento incluir os serviços da ADJ nos indicadores, então estudariam suprimir estes servidores da contagem total da GEX para compor o ITC-GDASS.

Quanto as tarefas, apontamos que os relatórios individuais ou gerenciais, enganam,  porque a pontuação do servidor não é a mesma considerada para a Gdass, já que exigências e subtarefas não são computadas para o ITC-GDASS. Tarefas estas que exigimos na reunião de junho que fossem incluídas e segundo os representantes, não foi acatado pelo Presidente, por não ser tarefa concluída.

Respondemos que se trata de tarefas concluídas sim uma vez que compõe a meta individual a qual foi incluída no indicador embora sem o nosso consentimento.

Ainda, ressaltamos que o servidor faz análise completa do requerimento, para gerar exigências.  Subtarefas para Perícia Médica Federal que não tem retorno, e afetam a conclusão.

Exigimos a implantação imediata do Comitê que irá discutir fluxos e pontos.  A resposta foi que aguardam publicação por parte do Presidente.

Pedimos para tirar da contagem os servidores com afastamentos, e gerou grande discussão, em que a direção acredita que tirando estes servidores, suas produções não devem ser consideradas, e ficaram de apresentar simulações para discutirmos qual o tempo de afastamento para não contar o servidor e ainda assim considerar seus pontos.

Ao término da reunião, deixamos claro que o indicador não reflete a realidade, um índice que os servidores não tem como atingir, principalmente, por sistemas indisponíveis,  por ausência de fluxos, por falta de clareza nas normas, por falta de estrutura.

A impressão que se tem, é a diretoria,  impõe os 90 pontos, para alinhar com a política produtivista do instituto, e não há condições para cumprir e poderá sim trazer prejuízos financeiros no próximo ciclo da Gdass.  Precisamos ficar atentos, exigir que não tenha impactos financeiros, uma vez que se trata de gratificação institucional, e os servidores não podem ser penalizados por falhas da instituição.

Participaram da reunião do CGNAD pela CNTSS, Deivid Christian dos Santos, titular, e, Valdir Sabino, suplente.

 

O SINDIPREV SERGIPE NÃO FOGE À LUTA!

Gestão 2017/2020 - Coordenador Geral: Joaquim Antonio Ferreira

Por: Marcos Jefferson (DRT/SE 376)