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SINDIPREV/SE REALIZA REUNIÃO SETORIAL NA DICON

Na quinta, 15, a direção do SINDIPREV/SE realizou reunião setorial na DICON (Ministério da Saúde) para esclarecer o processo de negociação salarial em Brasília, o Jurídico e GEAP .O Coordenado Geral do SINDIPREV/SE, Isac Silveira, coordenou a reunião apresentando as linhas gerais da negociação e o empreendimento do SINDIPREV/SE em participar das decisões nacionais.Para apresentar a tabela salarial, o diretor do SINDIPREV/SE e CNTSS, Luiz Carlos Vilar, fez uso da projeção de slides para tirar todas as dúvidas dos servidores que compareceram à reunião. O diretor Luiz Carlos, foi um dos responsáveis pela negociação que culminou com a assinatura da Minuta pelas entidades nacionais e Ministério da Saúde. Para Luiz Carlos, a assinatura da Minuta pelo Ministro da Saúde não representa a conclusão do processo de reajuste da tabela do PST/PGPE, mas o encerramento de uma parte da negociação que será transferida para o Ministério do Planejamento e dependerá da mobilização contínua dos servidores.O diretor do SINDIPREV/SE e Coordenador dos Federais da CNTSS, Joaquim Antonio, fez a retrospectiva política acontecida em 2011 onde os trabalhadores decidiram, em assembleia, não aceitar a proposta de reajuste salarial do Ministério do Planejamento.Para Joaquim o fato da CNTSS não ter assinado o acordo com o Planejamento, demonstrou que a entidade anda junto com a decisão da categoria em suas assembléias. Outro ponto importante da reunião foi o resumo do Jurídico feita por Dr Lucas Rios, advogado do SINDIPREV/SE, sobre o PCCS, excluídos do processo e Carreira do DENASUS e seus equívocos jurídicos.Sobre a GEAP, o SINDIPREV/SE está preparando ação judicial por aumento abusivo.

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PRESSÃO DO SINDIPREV/SE E ENTIDADES OBRIGAM TCU A SUSPENDER A RETIRADA DA URP E DPNI

O TCU (Tribunal de Contas da União) vinha, de forma arbitrária, tentando retirar a URP e DPNI dos servidores do Ministério da Saúde, causando descontentamento aos servidores que se veem perseguidos pela máquina administrava federal que busca, a todo momento, desqualificar a história de luta destes trabalhadores. O SINDIPREV/SE tem agido desde o primeiro instante no combate a esta decisão do TCU, não medindo esforços para defender os direitos de todos os trabalhadores envolvidos neste processo. Quando se tornou público a decisão do TCU, o SINDIPREV/SE se mobilizou para buscar as soluções jurídicas e políticas indo a várias reuniões em Brasília e CNTSS buscando a unificação dos atos das entidades no sentido de atuar conjuntamente contra a arbitrariedade do Ato. Nestas reuniões, o servidor Carlos Augusto Andrade, o Secretário de Finanças Wágner Queiroz, o Coordenador Geral do SINDIPREV/SE e o diretor da CNTSS Luiz Carlos Vilar, solicitaram estudos jurídicos de Dr Cézar Britto e Rodrigo no intuito de encontrar brechas jurídicas. Logo após a primeira reunião, Dr Rodrigo Machado, nosso represente em Brasília, teve audiência com o Ministro da Saúde, Padilha, com o objetivo de saber a situação do ministério em relação ao Ato do TCU e a necessidade do Ministério da Saúde não implementar a decisão aos seus servidores. Fruto da pressão política e jurídica, a primeira grande vitória da nossa organização sindical foi ter conseguido audiência entre o Ministro do TCU e os representantes da Advocacia Operária, Henri Clay e Rodrigo Machado, para mostrarem o equívoco e arbitrariedade jurídica do TCU por não garantir “ampla defesa” aos servidores e seus representantes. Após a reunião com o TCU, o governo viu a necessidade de avaliar toda a situação tendo em vista os argumentos jurídicos apresentados por nossos advogados e a situação incoerência jurídicos e política por que passaria o governo. O servidor do Ministério da Saúde, Carlos Augusto, ficou de plantão em Brasília devido a necessidade conseguir mais provas da incoerência administrativa e jurídica do TCU. Carlos, como é conhecido, ficou trabalhando em Brasília juntando provas da incoerência jurídica, repassando-as ao escritório da Advocacia Operária em Brasília. Após todo este processo de pressão do SINDIPREV/SE, CNTSS e demais sindicatos, o TCU suspende a retirada da URP e DPNI até que todos os argumentos sejam analisados. Esta é mais uma vitória da luta do SINDIPREV/SE. Em reunião da direção, foi decidido que o SINDIPREV/SE manterá plantão em Brasília até a derrota do governo. (Joaquim Antonio – Secretário de Imprensa – Sindiprev/se)

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NOTA DE REPÚDIO CONTRA O PL 1992/07 E DENUNCIA OS PARLAMENTARES QUE TRAÍRAM OS TRABALHADORES

Se dependesse da mobilização do SINDIPREV/SE e demais entidades, o projeto de lei que cria a previdência complementar para o setor público já estaria arquivado. Não concordamos com o ponto principal da proposta: a obrigatoriedade de contribuições extras para aqueles que desejarem aposentar-se com um benefício superior ao teto pago pelo Regime Geral da Previdência Social (RGPS) – fixado, hoje, em R$ 3.900,00, que é o recebido pelos trabalhadores da iniciativa privada.Quando enviou a proposição ao Congresso, em 2007, o então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, argumentava que o texto daria continuidade à reforma da Previdência – iniciada em 2003 com a Emenda Constitucional 41 – cujo objetivo era garantir os recursos necessários ao pagamento de todas as aposentadorias e pensões.Na justificativa do projeto, o utivo alegava que a implantação da previdência complementar levará a uma desoneração das obrigações da União, já que os valores superiores ao teto do RGPS passarão a ser pagos pelas contribuições que os servidores farão a mais, e não pelo Tesouro Nacional. Com isso, o governo pretende recompor a capacidade de gasto público em áreas essenciais à retomada do crescimento econômico. A Direção do SINDIPREV/SE vem a público repudiar a atitude dos parlamentares sergipanos que votaram na Câmara Federal pela aprovação do PL 1992/07, que propõe a criação da Previdência Complementar para o setor público. Para o SINDIPREV/SE, a “Previdência Complementar” significa privatização da previdência, que vai prejudicar os servidores públicos e beneficiar os empresários do setor. Votaram contra os servidores públicos ao votarem pela aprovação do PL 1992/07 os seguintes deputados federais: *André Moura – PSC *Heleno Silva – PRB *Laércio oliveira – PR *Márcio Macedo – PT *Rogério Carvalho – PT *Valadares Filho – PSB O SINDIPREV/SE, juntamente com todos as entidades nacionais, continuará lutando contra a privatização do Setor Público e vai ao Senado Federal tentar derrubar esse Projeto de Lei

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DIREÇÃO DO SINDIPREV PARTICIPA DA PLENÁRIA DOS FEDERAIS DA CNTSS

O SINDIPREV/SE enviou os diretores Fernando Jose (SRTE), Adailson Silva (SRTE), Luiz Carlos Vilar (MS), Augusto Santana (MS) e Joaquim Antonio (INSS) para participarem da Plenária Nacional dos Federais da CNTSS que aconteceu em Brasília hoje, 28. A Plenária, convocada pela CNTSS, também contou com as presenças dos estados de GO, MS, SP, MA, PB, DF e PE com o objetivo de avaliar os turnos estendidos nas APS do INSS, além de debater a GEAP, CAMPANHA UNIFICADA DOS FEDERAIS e a assinatura da Minuta pela CNTSS com o Ministério da Saúde debatida na Mesa Setorial.A Plenária, que teve início às 10h, fez toda a discussão da problemática gerada nas APS não contempladas pelos turnos estendidos e a necessidade de haver um debate mais aprofundado com o INSS para sanar estes problemas. Após os informes e avaliações, os estados ficaram de enviar, por escrito, os problemas e propostas de encaminhamentos até o dia 15 de março para serem discutidas em reunião com o INSS. O turno da tarde foi marcado pela apresentação das Tabelas Salariais que serão assinadas entre as entidades e o Ministério da Saúde no dia 1 de março. Os técnicos do DIEESE Marx e Cloves, responsáveis pelos estudos e confecção da proposta, fizeram toda a exposição dos motivos e valores construídos entre a CNTSS e Ministério da Saúde. Para a assinatura da Minuta, a CNTSS convidou o Diretor Luiz Carlos Vilar e Sandro Cézar que pertencem à mesa Setorial da Saúde, desde a sua formação, para finalizarem este primeiro passo.Para Luiz Carlos Vilar, a proposta de reajuste das tabelas propõe a isonomia salarial entre o Seguro e Seguridade Social. “Foi uma grande vitória para os servidores do Ministério da Saúde na mesa setorial, por permitir a extensão, desta negociação, aos servidores do MTE ”, afirmou Luiz Vilar. Outro ponto importante, foi a discussão da inclusão de servidores da SRTE nos debates da CNTSS nas Mesas Setoriais da categoria ou Grupos de Trabalho. Os diretores Fernando José e Adailson, fizeram a discussão no sentido da CNTSS ceder uma vaga na Coordenação dos Federais para servidor da SRTE devidamente qualificado.

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A HISTÓRIA DA INTERDIÇÃO DO EDIFÍCIO SEDE DO INSS

Os servidores do INSS lotados no Edifício sede em Aracaju passaram por tormentos indescritíveis quando foram submetidos à falta de elevadores, escada de incêndio, odor de fios queimados, falta de ar-condicionado e vazamentos de todo tipo. Pois é amigos, foi assim que nossos colegas servidores tiveram que trabalhar nos últimos anos. Agora, perceba o sofrimento de correr para bater o ponto e ter apenas um elevador funcionando! Enquanto o governo inaugurava as famosas Agências do PEX, deixava de lado as reformas estruturais tão importantes para a sobrevivência da instituição. Movido por este sentimento de abandono, o SINDIPREV/SE solicitou, através dos ofícios 083 e 084/2010, perícias técnicas do Corpo de Bombeiros e Defesas Civil, respectivamente, para apurar a real situação da estrutura física do edifício e, ainda na defesa dos trabalhadores. Devido ao alto risco a que era submetido os servidores lotados na GEX/AJU, o SINDIPREV/SE fez denúncia ao Ministério Público . Após todas estas ações, o INSS foi submetido à perícia que demostrava o risco a que todos os servidores eram submetidos e a necessidade de reformar ou transferir os servidores para um local sem risco à saúde. A partir desta comunicação ao INSS, o SINDIPREV/SE fez várias reuniões com o gerente utivo do INSS em Aracaju, Augusto Fábio de Oliveira, para buscar a solução imediata, mas éramos informados da dificuldade em locar um espaço que abrigasse todos os servidores. O SINDIPREV/SE pressionava de todas as formas para que a “determinação” do Ministério Público e autoridades fossem efetivadas. O tempo passava e o INSS não conseguia, segundo a sua assessoria, encontrar o espaço adequado.Em novembro de 2011, após um princípio de incêndio no Edifício Sede, o SINDIPREV/SE denunciou através de carros de som e imprensa sergipana o descaso que as autoridades estavam dando àquela situação e, movido pelas denúncias e pressão do SINDIPREV/SE, a Defesa Civil convocou o INSS e fez um acordo, na presença do Secretário Geral Davi Eduvirges, de retirar os servidores em 60 dias a contar de dezembro. No mesmo mês, dezembro/2011, o INSS apresentava o novo endereço para a transferência dos servidores apresentando, em fevereiro/2012, um cronograma de transferências. Ainda no mês de fevereiro/2012, o “velho” prédio do INSS, como é conhecido, apresentava mais um princípio de incêndio e o SINDIPREV/SE volta a denunciar e exigir a transferência “imediata” dos servidores. “FRUTO DO TRABALHO SÉRIO REALIZADO PELO SINDIPREV/SE, O EDIFÍCIO SEDE SERÁ INTERDITADO”.O SINDIPREV/SE vê a interdição do prédio da GEX/AJU COMO MAIS UMA VITÓRIA DOS SERVIDORES NA LUTA EM DEFESA DA VIDAESTA É A VERDADE DOS FATOS: O SINDIPREV/SE não aguardou maiores consequências para tomar as providências! Nós agimos antes que acontecesse alguma tragédia.

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A HISTÓRIA DA INTERDIÇÃO DO EDIFÍCIO SEDE DO INSS

Os servidores do INSS lotados no Edifício sede em Aracaju passaram por tormentos indescritíveis quando foram submetidos à falta de elevadores, escada de incêndio, odor de fios queimados, falta de ar-condicionado e vazamentos de todo tipo. Pois é amigos, foi assim que nossos colegas servidores tiveram que trabalhar nos últimos anos. Agora, perceba o sofrimento de correr para bater o ponto e ter apenas um elevador funcionando! Enquanto o governo inaugurava as famosas Agências do PEX, deixava de lado as reformas estruturais tão importantes para a sobrevivência da instituição. Movido por este sentimento de abandono, o SINDIPREV/SE solicitou, através dos ofícios 083 e 084/2010, perícias técnicas do Corpo de Bombeiros e Defesas Civil, respectivamente, para apurar a real situação da estrutura física do edifício e, ainda na defesa dos trabalhadores. Devido ao alto risco a que era submetido os servidores lotados na GEX/AJU, o SINDIPREV/SE fez denúncia ao Ministério Público . Após todas estas ações, o INSS foi submetido à perícia que demostrava o risco a que todos os servidores eram submetidos e a necessidade de reformar ou transferir os servidores para um local sem risco à saúde. A partir desta comunicação ao INSS, o SINDIPREV/SE fez várias reuniões com o gerente utivo do INSS em Aracaju, Augusto Fábio de Oliveira, para buscar a solução imediata, mas éramos informados da dificuldade em locar um espaço que abrigasse todos os servidores. O SINDIPREV/SE pressionava de todas as formas para que a “determinação” do Ministério Público e autoridades fossem efetivadas. O tempo passava e o INSS não conseguia, segundo a sua assessoria, encontrar o espaço adequado.Em novembro de 2011, após um princípio de incêndio no Edifício Sede, o SINDIPREV/SE denunciou através de carros de som e imprensa sergipana o descaso que as autoridades estavam dando àquela situação e, movido pelas denúncias e pressão do SINDIPREV/SE, a Defesa Civil convocou o INSS e fez um acordo, na presença do Secretário Geral Davi Eduvirges, de retirar os servidores em 60 dias a contar de dezembro. No mesmo mês, dezembro/2011, o INSS apresentava o novo endereço para a transferência dos servidores apresentando, em fevereiro/2012, um cronograma de transferências. Ainda no mês de fevereiro/2012, o “velho” prédio do INSS, como é conhecido, apresentava mais um princípio de incêndio e o SINDIPREV/SE volta a denunciar e exigir a transferência “imediata” dos servidores. “FRUTO DO TRABALHO SÉRIO REALIZADO PELO SINDIPREV/SE, O EDIFÍCIO SEDE SERÁ INTERDITADO”.O SINDIPREV/SE vê a interdição do prédio da GEX/AJU COMO MAIS UMA VITÓRIA DOS SERVIDORES NA LUTA EM DEFESA DA VIDAESTA É A VERDADE DOS FATOS: O SINDIPREV/SE não aguardou maiores consequências para tomar as providências! Nós agimos antes que acontecesse alguma tragédia.

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A HISTÓRIA DA INTERDIÇÃO DO EDIFÍCIO SEDE DO INSS

Os servidores do INSS lotados no Edifício sede em Aracaju passaram por tormentos indescritíveis quando foram submetidos à falta de elevadores, escada de incêndio, odor de fios queimados, falta de ar-condicionado e vazamentos de todo tipo. Pois é amigos, foi assim que nossos colegas servidores tiveram que trabalhar nos últimos anos. Agora, perceba o sofrimento de correr para bater o ponto e ter apenas um elevador funcionando! Enquanto o governo inaugurava as famosas Agências do PEX, deixava de lado as reformas estruturais tão importantes para a sobrevivência da instituição. Movido por este sentimento de abandono, o SINDIPREV/SE solicitou, através dos ofícios 083 e 084/2010, perícias técnicas do Corpo de Bombeiros e Defesas Civil, respectivamente, para apurar a real situação da estrutura física do edifício e, ainda na defesa dos trabalhadores. Devido ao alto risco a que era submetido os servidores lotados na GEX/AJU, o SINDIPREV/SE fez denúncia ao Ministério Público . Após todas estas ações, o INSS foi submetido à perícia que demostrava o risco a que todos os servidores eram submetidos e a necessidade de reformar ou transferir os servidores para um local sem risco à saúde. A partir desta comunicação ao INSS, o SINDIPREV/SE fez várias reuniões com o gerente utivo do INSS em Aracaju, Augusto Fábio de Oliveira, para buscar a solução imediata, mas éramos informados da dificuldade em locar um espaço que abrigasse todos os servidores. O SINDIPREV/SE pressionava de todas as formas para que a “determinação” do Ministério Público e autoridades fossem efetivadas. O tempo passava e o INSS não conseguia, segundo a sua assessoria, encontrar o espaço adequado.Em novembro de 2011, após um princípio de incêndio no Edifício Sede, o SINDIPREV/SE denunciou através de carros de som e imprensa sergipana o descaso que as autoridades estavam dando àquela situação e, movido pelas denúncias e pressão do SINDIPREV/SE, a Defesa Civil convocou o INSS e fez um acordo, na presença do Secretário Geral Davi Eduvirges, de retirar os servidores em 60 dias a contar de dezembro. No mesmo mês, dezembro/2011, o INSS apresentava o novo endereço para a transferência dos servidores apresentando, em fevereiro/2012, um cronograma de transferências. Ainda no mês de fevereiro/2012, o “velho” prédio do INSS, como é conhecido, apresentava mais um princípio de incêndio e o SINDIPREV/SE volta a denunciar e exigir a transferência “imediata” dos servidores. “FRUTO DO TRABALHO SÉRIO REALIZADO PELO SINDIPREV/SE, O EDIFÍCIO SEDE SERÁ INTERDITADO”.O SINDIPREV/SE vê a interdição do prédio da GEX/AJU COMO MAIS UMA VITÓRIA DOS SERVIDORES NA LUTA EM DEFESA DA VIDAESTA É A VERDADE DOS FATOS: O SINDIPREV/SE não aguardou maiores consequências para tomar as providências! Nós agimos antes que acontecesse alguma tragédia.