Notícias

Notícias

PRIMEIRO DIA DE GREVE NO INSS ATINGE 93% EM SERGIPE

A greve convocada, para o dia 9 de julho, pelo SINDIPRE/SE conseguiu atingir um índice nunca antes visto para o primeiro dia de Greve. O percentual de 93%, avaliado pelo comando de greve, empolgou a todos que compões o comando de greve pela consciência política na sua base que não aceita mais a falta da conclusão da Nota Técnica 003/2014, que foi enviada para o MPOG e, após 1 (hum) ano, não foi efetivada pelo governo. Ficou claro para o SINDIPREV/SE que os servidores se uniram em uma corrente nacional para dizer que esta situação não pode mais continuar por promover um massacre ao servidor ativo do INSS através da falta de condições que estimulem a aposentadoria dos mesmos através da incorporação das gratificações. No decorrer de hoje, 9, vários filiados enviaram imagens das suas APS no interior do estado com a faixa do SINDIPREV/SE — GREVE com a distribuição da CARTA ABERTA À POPULAÇÃO. Em Aracaju, a Gerência do INSS também foi mobilizada em um processo crescente de greve. Por: Joaquim Antonio Ferreira (Secretário Geral do SINDIPREV/SE)

Notícias

NO DIA 9 O INSS VAI PARAR

Desde o início do ano, o SINDIPREV/SE mobiliza a sua base através de assembleias e visitas setoriais na perspectiva da GREVE NACIONAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS dado o esgotamento das negociações nas mesas setoriais e grupos de trabalho. No caso da base do SINDIPREV/SE, as negociações se exauriram sem a definição das incorporações das gratificações nos salários bases da categoria, carga horária, condições de trabalho dignas e reposição das perdas inflacionárias acumuladas desde 2012. Em reuniões setoriais realizada pelo SINDIPREV/SE na última semana, a base do INSS deliberou GREVE POR TEMPO INDETERMINADO em todas as APS/PEX do INSS, AGU e Gerência utiva em Aracaju. Diante deste cenário de caos no INSS (e que se reflete na realidade dos vários órgãos públicos), nossa pauta de reivindicação está apoiada nos seguintes eixos: 1 – Realização de concurso público com números necessários para médicos peritos, técnicos e analistas no INSS 2 – Melhores condições de trabalho, com reformas nos prédios, acesso a produtos básicos de higiene (sabão, papel higiênico etc.) e de expediente, dedetização de ratos, baratas, formigas e escorpiões 3 – Reposição das perdas inflacionárias que, de 2010 a 2015, já somam mais de 27,3% 4 – Data base para 1º de maio para todos os servidores públicos federais 5 – Direito de Greve e Negociação coletiva no serviço público (Convenção 151 da OIT/ONU) 6 – Incorporação de parte das Gratificações (GDASS/GAE) no vencimento básico que, no INSS, o menor das carreiras do serviço público federal, no valor de apenas R$ 639,18 para o nível médio, ou seja, MENOR QUE O SALÁRIO MÍNIMO 7 – Criação do Adicional de Qualificação (AQ), a exemplo de outras carreiras do serviço público, valorizando os servidores que se qualificam e melhoram o seu nível educacional 8 – Revisão de metas e indicadores de gestão 9 – Retorno da jornada semanal de trabalho de 30 horas para todos os servidores 10 – Isonomia salarial e de benefícios entre os três poderes (utivo, Legislativo e Judiciário) 11 – Paridade salarial entre ativos, aposentados e pensionistas. O servidores do Ministério da Saúde e Ministério do Trabalho estão em ESTADO DE GREVE na discussão da construção de greve no setor. O SINDIPREV-SE e os servidores do INSS agradecem o apoio e a compreensão da população neste momento, onde entendemos que, sem luta não há conquistas!     DIREÇÃO DO SINDIPREV/SE

Notícias

CNTSS/CUT participa de reunião chamada pelo Ministério do Planejamento sobre apresentação de proposta para campanha salarial dos servidores federais

A CNTSS/CUT — Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social esteve entre as entidades representativas dos servidores federais que se reuniram nesta quinta-feira, 25 de junho, com o secretário de Relações de Trabalho do MPOG — Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Sergio Mendonça. A Confederação foi representada por seu presidente, Sandro Cezar, e por Célio dos Santos, diretor utivo. O encontro foi agendado pelo governo federal com a finalidade de apresentar às lideranças sindicais uma proposta à pauta de reivindicações dos servidores públicos federais que estão em campanha salarial desde 25 de fevereiro. A proposta apresentada pelo governo prevê a reposição da inflação projetada para os próximos quatro anos, sendo assim representada: índice de 21,3%, dividido em parcelas de 5,5% em 2016, 5,0% em 2017, 4,8% em 2018 e 4,5% em 2019. De acordo com o presidente da CNTSS/CUT, o que foi apresentado pelo governo está aquém das expectativas dos trabalhadores. “O que foi levado para avaliação dos dirigentes sindicais trata-se de uma proposta incompleta, que, por exemplo, não trata sequer de reajuste dos atuais benefícios recebidos pelos trabalhadores. A proposta foi considerada insuficiente por nós, sindicalistas, e não dialoga com a pauta apresentada pela categoria”, afirma Sandro Cezar. O presidente da CNTSS/CUT informou que os sindicatos dos servidores federais filiados à Confederação realizarão uma Plenária Nacional na próxima sexta-feira, 03 de julho, para melhor avaliar o que foi encaminhado pelo governo federal. Sandro Cezar reiterou que as entidades sindicais ligadas à Confederação estão em “estado de greve” desde a quinta-feira, 25 de junho. “Vamos discutir a proposta do governo na Plenária Nacional que realizaremos na próxima semana. Nela também será discutida se será ou não decretada greve por tempo indeterminado”, declara. Clique aqui e veja proposta apresentada pelo governo José Carlos Araújo Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

Notícias

MPF CONVOCA INSS PARA DAR EXPLICAÇÕES SOBRE FALTA DE CONDIÇÕES DE TRABALHO

Em atenção à denúncia feita pelo SINDIPREV/SE ao MPF, 10/04, no tocante à falta de condições de trabalho no INSS e falta de estrutura para o atendimento ao defeso, o MPF convidou o SINDIPREV/SE e representante do INSS em Aracaju/Se para que fosse discutido o assunto pautado pelos trabalhadores, fruto da paralisação ocorrida em 07/04. O representante do INSS em Sergipe, Antonio Roberto Melo, informou que o material de limpeza está sendo comprado e repassado às APS até o dia 30 de junho que não há pendências no material de expediente já existe autorização orçamentária para dedetização que as reformas estão no Plano de Ação 2015, dependendo de autorização orçamentária que o defeso foi atendido e depende de avaliação do INSS e que a vigilância noturna foi substituída em todo o Brasil por vigilância eletrônica. Após as informações prestadas pelo representante do INSS, o SINDIPREV/SE, através do Coordenador Geral, Isac Silveira, apresentou relatório da falta de condições de trabalho nas APS ITABAIANA e ESTÂNCIA e confirmou que, após a paralisação do dia 04 e a intervenção do MPF, várias situações melhoraram, mas que é crítica a falta de manutenção predial e a necessidade urgente de se fazer reformas em várias APS. O Coordenador Isac, falou sobre o erro em se retirar a vigilância noturna e que os servidores estarão expostos aos vândalos que tendem a roubar o patrimônio público e, por consequência, fazer clima de terror nos locais de trabalho. A reunião, que ocorreu no dia 12 de junho, foi convocada pelo MPF e contou com o Coordenador Geral do SINDIPREV/SE, Isac Silveira, assessoria jurídica do SINDIPREV/SE, Tirciane Queróz, representante do INSS, Antonio Roberto Melo, e pelos procuradores federais Ramiro Rockenbah e Renata Baptista. Confira a ata da reunião Por: Joaquim Antonio F de Souza (Secretário Geral do SINDIPREV/SE)

Notícias

SINDIPREV/SE PARTICIPA DA PLENÁRIA DA CNTSS QUE DELIBEROU GREVE PARA O MÊS DE JULHO

Aconteceu em Brasília no último dia 17 de junho, a plenária da CNTSS que convocou os seus sindicatos para fazerem a análise de conjuntura, informes do processo de mobilização, atividades políticas estaduais e Campanha Salarial 2015. Atendendo a convocação da CNTSS, o SINDIPREV/SE compareceu à plenária representada pelo Coordenador Geral, Isac Silveira, Secretário Geral, Joaquim Antonio, e os diretores Luiz Carlos Vilar (que também é da CNTSS), Adailson Silva, Júlio Lopes e Ulisses Freitas, já levando a deliberação dos filiados ao SINDIPREV/SE da necessidade de enfrentamento através de GREVE, tendo em vista a falta de conclusões das negociações com o Governo. Em Sergipe, o SINDIPREV/SE já realizou 03 assembleias gerais e inúmeras reuniões setoriais no sentido de preparar a base para a necessidade da greve nacional no Seguro e Seguridade Social devido à falta de respostas do MPOG às reivindicações dos trabalhadores através das Mesas Setoriais e Grupos de Trabalho. Plenária avalia condições dos estados e delibera Operação padrão no INSS e GREVE EM JULHO A plenária da CNTS foi rica em debate e serviu para que todos os 09 (nove) estados presentes pudessem avaliar as condições nacionais de um movimento de GREVE através das condições apresentadas por cada estado presente. Após o cumprimento da pauta da convocação, a plenária deliberou: Nova plenária no dia 03 de julho em Brasília para apontar o dia da GREVE em julho Que a direção da CNTSS irá buscar o diálogo com as demais entidades nacionais para a “unificação” da data de adesão à greve Operação Padrão no INSS, dia 25 de junho com o atendimento de “senhas agendadas”, sem o atendimento das senhas espontâneas Assembleias de mobilização em todos os estados até a data da plenária. Todos os estados presentes apresentaram o mesmo cenário de indignação dos trabalhadores pela falta de abertura de diálogo, em alguns casos, e a necessidade de conclusão em outros casos. A falta de previsão de reajuste salarial para 2016, falta de condições de trabalho e a necessidade urgente em promover a incorporação das gratificações são os motores da indignação dos servidores do Seguro e Seguridade Social. O SINDIPREV/SE estará visitando todos os locais de trabalho no sentido de concluir a preparação para a GREVE no INSS, SRTE e Ministério da Saúde. Por Joaquim Antonio Ferreira de Souza

Notícias

SINDIPREV-SE REPRESENTA A VOZ DOS TRABALHADORES CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO EM CONGRESSO QUE DISCUTIU O TEMA EM SERGIPE

Na tarde da segunda-feira, 25/05, o SINDIPREV-SE, através do seu Secretário de Formação Política e Sindical, o assistente social Júlio César Lopes de Jesus, participou do Congresso Jurídico Multidisciplinar: Processo de Terceirização e Seus Impactos para a Cultura Organizacional da Sociedade, realizado na Universidade Tiradentes (UNIT), entre os dias 25 e 26 de maio do corrente ano. O evento contou com a participação de vários palestrantes, dentre eles autoridades políticas, representantes de entidades jurídicas, religiosas, empresariais etc., e que puderam expor suas visões e análises acerca do tema em questão. O SINDIPREV-SE foi a única entidade sindical do estado de Sergipe a participar desta discussão, a convite dos organizadores do evento, por entender que são nos órgãos do Governo Federal onde o aprofundamento da terceirização no setor público vem se dado de forma mais acelerada. Para abrir o evento, foi escalado para proferir a primeira palestra o empresário sergipano e deputado federal Laércio Oliveira, o qual tinha como objetivo fazer uma explanação para os conferencistas acerca do Projeto de Lei 4330/2004, mas, lamentavelmente, não cumpriu com o esperado, conforme afirma o diretor Júlio Lopes, Ao invés de explanar sobre as particularidades contidas neste Projeto de Lei, ressuscitado pelo referido parlamentar, o deputado Laércio Oliveira preferiu atacar as entidades sindicais (com destaque para a CUT), o PT, bem como alguns membros do Ministério Público do Trabalho e Magistrados, afirmando que estes impedem o progresso e a inovação do país. Em relação às entidades sindicais o deputado foi ainda mais taxativo, com um discurso de ódio e de desrespeito, ao afirma por diversas vezes que os dirigentes sindicais não entendem a lei, que se quer a leram e que mentem quando dizem que o Projeto retira direitos dos trabalhadores, registrou o diretor Júlio Lopes. Ainda foi dito pelo deputado algumas palavras que chocaram parte dos conferencistas presentes, tais como: precisamos de empreendedores e não de funcionários públicos, esse povo que faz manifestação não é trabalhador, porque trabalhador de verdade está trabalhando, os dados do DIEESE sobre morte, adoecimento, salários e que o trabalhador terceirizado trabalha mais que o não terceirizado é tudo MENTIRA, dentre outras afirmações desrespeitosas com os trabalhadores e com os representantes de classe. Para o diretor Júlio Lopes, O deputado perdeu a oportunidade de defender o seu projeto com argumentos consistentes e dados, os quais o mesmo não apresentou, pois, sequer preparou material para apresentar no Congresso. Demonstrou ainda profundo rancor e mágoa das entidades sindicais que denunciaram a sua intenção de terceirizar o Brasil, afirmou o diretor do SINDIPREV-SE. Por fim, antes de concluir a sua fala, o deputado Laércio Oliveira soltou ainda mais uma pérola, ao afirmar que o PL 4330/2004 só tinha um defeito, o de não ter conseguido permitir também a terceirização da atividade fim na Administração Direta, nas Autarquias e Fundações. Para ele, não deveria haver restrição alguma para as terceirizações. Em seguida, o deputado se retirou do evento, não tendo assim a oportunidade de ouvir a apresentação dos outros dois palestrantes, os quais chegaram cedo para, respeitosamente, ouvir os seus argumentos em defesa do PL 4330/2004. O deputado alegou ter um outro compromisso. A segunda apresentação foi feita pelo advogado e professor da UNIT, Helder Leonardo de Souza Goes, o qual apresentou o impacto das terceirizações dentro da perspectiva das empresas. O professor Helder Goes defendeu que, apesar de se constituir em um instrumento viável de gestão, as terceirizações, principalmente nos serviços públicos, vêm apresentando problemas preocupantes, principalmente para os trabalhadores, apresentando ainda dados que convergem com as informações que as entidades sindicais vêm apresentando ao longo da discussão sobre esta temática. Para concluir com os trabalhos da tarde, foi a vez do diretor Júlio César Lopes expor sua visão sobre o assunto, onde o mesmo anunciou desde o começo de sua fala: Já vimos a visão do patrão, a visão pela ótica da empresa/gestão, agora vamos ver as terceirizações a partir da ótica dos trabalhadores, os grande prejudicados com esta proposta e que nada têm a ganhar com ela, reafirmou Júlio Lopes. A exposição do nosso diretor foi bastante didática e enfática, onde o mesmo explicou o conteúdo de forma teórica e com exemplos práticos, abordando desde a crise mundial do capital, na década de 1970, passando pelos modelos econômicos do fordismo, da acumulação flexível, até as décadas de 80 e 90, com o modelo de Estado Mínimo em substituição ao Welfare State ou Estado de Bem-Estar Social, iniciado ainda na década de 1940 e posto em xeque, a partir das reformas de Estado e das práticas neoliberais adotadas por vários governos no mundo, com ênfase nos países da América Latina. Foi oportuna também a demonstração e explicação do diretor Júlio Lopes acerca de como, de fato, funciona a terceirização, quem sai ganhando (empresários do setor e governos descompromissados com os trabalhadores) e quem perde com ela (trabalhadores, economia, cidadãos usuários das políticas públicas etc.). Para o diretor sindipreviano a terceirização nada mais representa do que a precarização das relações de trabalho e a perda de direitos e garantias dos trabalhadores, gerando mais adoecimentos, acidentes, mortes e redução drástica de salários e de qualidade de vida: Ela (terceirização) é a privatização do século XXI, só que silenciosa. Privatiza por dentro, sem o impacto da venda da Empresa, vendendo o que as instituições empregadoras têm de mais valioso, ou seja, a sua força-de-trabalho, os trabalhadores da Empresa, analisou Júlio Lopes. Sobre esta precarização, o diretor relembrou ainda que somente a luta dos trabalhadores, os quais foram às ruas logo após a aprovação do PL 4330/2004, conseguiu diminuir a voracidade dos empresários do setor e são estas mesmas lutas da sociedade, indo às ruas ou utilizando as ferramentas das redes sociais, que vão constranger e intimidar parlamentares que não têm compromisso com os trabalhadores. O diretor Júlio Lopes citou ainda os recentes problemas enfrentados pelos trabalhadores terceirizados em Sergipe, citando os atos de protesto feitos pelos seguranças terceirizados da UFS, que reclamavam de atraso nos salários em 15 dias, além da falta de

Notícias

SINDIPREV/SE FAZ REUNIÃO SETORIAL NA GEX-INSS

Ocorreu na manhã de ontem, 21, a reunião setorial do SINDIPREV/SE com os filiados lotados na GEX/AJU — INSS que contou com a presença de 70 filiados que puderam ouvir, debater e encaminhar sobre os processos judiciais e Campanha Salarial 2015. O Coordenador Geral do SINDIPREV/SE, Isac Silveira, o Secretário Geral, Joaquim Antonio,e o diretor Luiz Carlos Vilar, fizeram análise de conjuntura para que todos compreendessem o modelo econômico vigente desde janeiro deste ano, que prega o congelamento salarial e corte de gastos com aumento de impostos e perda dos direitos trabalhistas. O desmonte do MTE, foi um tema abordado pelo SINDIPREV/SE com o repasse de atribuições para o INSS sem a reestruturação da autarquia para receber a nova demanda com espaços físicos e treinamentos aos servidores. Servidores deliberam sobre Ação dos 3,17% O Coordenador Isac Silveira, apresentou aos filiados o andamento do processo dos 3,17% e a necessidade do SINDIPREV/SE aceitar o novo valor corrigido, com base na TR, ou entrar com recurso para que o valor seja mantido pelo INPC. Sobre este tema, Isac apresentou os novos cálculos com valores menores ao cálculo anterior, devido os embargos da AGU que não aceitava os valores apresentados pela Justiça Federal. Tendo em vista os novos valores, o SINDIPREV/SE voltou à Justiça Federal para tentar um novo entendimento mas o Juiz Federal foi contundente em afirmar que o assunto já estava encerrado e que o processo seria remetido para Recife para a nova discussão jurídica. Dentro deste novo quadro, o Coordenador Isac Silveira, deixou claro que assembleia geral já havia deliberado que “o SINDIPREV/SE poderia decidir sobre qualquer pendência jurídica dos filiados” mas que, devido a impossibilidade de alguns filiados não comparecerem às assembleias, a coordenação decidiu fazer as reuniões setoriais para discutir melhor com os servidores. Após as discussões, os servidores lotados na gerência do INSS decidiram aceitar os novos valores. Filiados(as) elogiam a decisão do SINDIPREV/SE em fazer as assembleias setoriais Após o encerramento da reunião setorial, vários filiados conversaram com os representantes do SINDIPREV/SE para elogiar a posição do sindicato em ir aos locais de trabalho para mobilizar a base e fazer os devidos debates e encaminhamentos. O filiado Lenino Fernando, falou da dificuldade que alguns têm em, alguns momentos, sair dos locais de trabalho para participar das atividades sindicais mesmo com temas importantes. O filiado Lenino se sentiu contemplado com a direção que buscou ir ao local de trabalho para fazer as atividades sindicais, este foi o sentimento da reunião. A direção do SINDIPREV/SE está apresentando agenda de reuniões em todos os locais de trabalho da sua base. Por: Joaquim Antonio Ferreira (Secretário Geral do SINDIPREV/SE)

Notícias

DIREÇÃO DO SINDIPREV/SE SE REÚNE COM GEAP

Ontem, 21, a direção do SINDIPREV/SE, representada pelo Coordenador Geral, Isac Silveira, e pelo diretor Luiz Carlos Vilar, esteve reunida com a direção da GEAP para discutir o cancelamento do plano de saúde de vários assistidos sem as devidas comunicações, já que o Acódão do TCU limita o número de dependentes e agregados. Na reunião, o Coordenador do SINDIPRE/SE, Isac Silviera, deixou claro que o sindicato inensificará suas ações políticas e judiciais no combate às injustiças, tanto no MPF quanto no judiciário. A GEAP se compromenteu em melhorar a comunicação entre o plano e os assistidos. SINDIPREV/SE IMPRETARÁ AÇÕES JUDICIAIS CONTRA A GEAP A secretaria de jurídico do SINDIPREV/SE solicita que todos os prejudicados pela GEAP, por exclusão ou danos, compareçam à sede do sindicato no período da manhã para que sejam tomadas as devidas posições contra o direito à vida dos filiados e assistidos. Por: Joaquim Antonio Ferreira (Secretário Geral do SINDIPRE/SE)

Notícias

MANIFESTO DE APOIO DOS/AS ASSISTENTES SOCIAIS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL EM SERGIPE AOS TRABALHADORES/AS TERCEIRIZADOS/AS DO INSS

Nós, assistentes sociais do INSS no estado de Sergipe, após nos reunirmos e analisarmos a atual conjuntura conservadora e de regressão de direitos da classe trabalhadora, instaurada pelo Governo Dilma e potencializada pelo Congresso Nacional (um dos mais conservadores em sua composição, desde o período da ditadura militar no país) vimos manifestar, no Dia do/a Assistente Social, o nosso mais irrestrito apoio e compromisso com os trabalhadores e trabalhadoras brasileiros/as, classe esta da qual fazemos parte e nos reconhecemos como tal, pelo atual momento de restrição, diminuição e retirada de direitos pelos quais estamos passando, a partir de projetos como o Projeto de Lei (PL) de número 4330 (a chamada PL da Precarização do Trabalho) e as Medidas Provisórias de número 664 e 665, que ferem os direitos previdenciários e trabalhistas conquistados há décadas pela classe trabalhadora brasileira. Em particular, manifestamos o nosso apoio e solidariedade aos trabalhadores e trabalhadoras terceirizados/as do INSS em Sergipe, os quais vêm tendo o seu trabalho cada dia mais precarizado em função do nefasto e endêmico sistema de terceirização que se espalha rapidamente pelo setor público, e que tende a avançar ainda mais, agora em busca também das áreas fins, onde antes só se podia ingressar através de concurso público. Estes trabalhadores e trabalhadoras estão tendo os seus salários (já mínimos e que não garantem sequer as necessidades humanas básicas) constantemente atrasados, aviltados, chegando até TRÊS MESES DE ATRASO, sem as garantias fundamentais que reza a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), ficando reféns de um sistema precário de contratação e que não garante os seus direitos enquanto trabalhadores/as. Eles/as precisam se alimentar e alimentar os seus filhos, precisam pagar as suas contas e honras as suas dívidas, têm necessidades de se vestir, de lazer, cultura, transporte etc., e estão tendo que trabalhar mesmo sem receber seus salários, pois, se pararem de trabalhar são demitidos por justa causa. Eles não podem sequer fazer greve, pois, a precarização das suas condições de trabalho deterioram, inclusive, a suas formas organizativas, as suas identidades de classe, sem falar no medo de perseguições e consequente demissão. Estes trabalhadores e trabalhadoras terceirizados/as há muito vêm sofrendo pela falta de atenção dos Governantes, pela maior parte dos parlamentares brasileiros e pela insuficiência de fiscalização e endurecimento das penalidades e leis contra empresários que estabelecem o lucro como sua principal meta, acima dos seres e das necessidades humanas, através da exploração da força de trabalho destes homens e mulheres. Assim, ao mesmo tempo em que manifestamos o nosso apoio, solidariedade e perspectiva de defesa de direitos destes trabalhadores/as, denunciamos à sociedade a condição precária em que eles estão vivendo e, principalmente, provocamos os órgãos de controle e fiscalização, a exemplo do Ministério Público, Ministério Público do Trabalho, Poder Judiciário e parlamentares comprometidos com a classe trabalhadora a que intercedam nesta situação e não permitam mais que fatos desta natureza teimem em acontecer. Aracaju/SE, 15 de maio de 2015 Por: Assistentes Sociais do INSS/Se

Notícias

JURÍDICO DO SINDIPREV/SE GARANTE VITÓRIAS IMPORTANTES AOS SEUS FILIADOS

O processo de progressão do INSS ajuizada pelo SINDIPREV/SE ganhou destaque nacional através da publicação no site da Justiça Federal da matéria que recomenda ao INSS proceder a revisão das progressões funcionais de servidor respeitando o interstício de 12 meses. Desde o início, a assessoria jurídica do SINDIPREV/SE defendia a tese de que o INSS havia cometido um erro administrativo a não conceder a progressão dos seus servidores em 12 meses e não em 18, como estava ocorrendo. Assessoria Jurídica do SINDIPREV/SE convence turma recursal dos juizados especiais sobre o intertício de 12 meses aos servidores Após ajuizamento de Ação em defesa dos filiados, o assessor jurídico do SINDIPREV/SE, Lucas Rios, compareceu na sede da Justiça Federal em Sergipe, 4/06, onde, frente à turma Recursal dos Juizados Especiais Federais de Sergipe, firmou o entendimento de que deve ser aplicado o interstício de 12 (doze) meses, não o de 18 (dezoito). Após a argumentação jurídica da nossa assessoria, o entendimento seria aplicado nos demais casos que chegassem ao conhecimento da Turma. Valores financeiros da Ação de Progressão são pagos aos filiados ao SINDIPRE/SE Após o convencimento da tese da assessoria do SINDIPRE/SE, a Justiça Federal começa a julgar os processos da Progressão funcional do INSS, dando ganho de causa ao sindicato e seus filiados ordenando o pagamento através de RPVs, iniciadas ontem, 12, com valores a partir dos 10 salários mínimos. O SINDIPRE/SE continua o monitoramento, ajuizamento e vitórias jurídicas na defesa dos seus filiados. A luta se dá no campo jurídico, político e de ações concretas de enfrentamento como paralisações e greves. Parabéns aos nossos(as) filiados(as). Por.: Joaquim Antonio F de Souza (Secretário Geral do SINDIPREV/SE)