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INSS EM GREVE NO ESTADO DE SERGIPE
Hoje, 13, os servidores do INSS, em greve, fizeram uma forte ação de panfletagem em frente à APS IVO DO PRADO, desde 7 horas da manhã. Os panlfetos foram distribuídos nos ônibus e entre os segurados do INSS que ali chegaram para tirar dúvidas. O SINDIPREV/SE avalia como forte a greve em Sergipe e a perspectiva de atingir 100%. No interior do estado, os servidores também fizeram a panfletagem e café da manhã na APS LAGARTO. Joaquim Antonio F de Souza (Secretário Geral do SINDIPREV/SE)

Servidores do INSS continuam em greve em Sergipe
Servidores do Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS) continuam em greve por tempo indeterminado. Em Sergipe, 19 unidades estão paralisadas e cerca de 2,5 mil pessoas estão sem atendimento desde a quinta-feira (9). Os médicos peritos continuam atendendo os casos urgentes das pessoas que já estavam agendadas, já que para conseguir uma vaga para esse serviço pode demorar meses.“Como o agendamento do serviço pode ser feito pelo site ou pela central de telefone 135 a greve não prejudica tanto o cidadão. A partir do dia do agendamento começa a contar o pedido de aposentadoria, quando ele for atendido e for efetivado o benefício ele vai receber de forma retroativa”, explica Isaac Silveira, coordenador geral do Sindiprev. Ainda segundo o coordenador, na tarde desta segunda-feira (13), o ministro da Previdência Carlos Eduardo Gabas deve compor uma proposta para que a greve possa ser encerrada. “Essa proposta deve ser discutida com a categoria na próxima quarta-feira”, resumiu. Na pauta de reivindicação dos servidores de Sergipe estão: reposição das perdas inflacionárias desde 2012, mudança da data base para 1º de maio, melhores condições de trabalho, realização de concurso público, incorporação de benefícios no vencimento básico, redução da carga horária para 30 horas semanais, paridade salarial entre ativos, aposentados e pensionistas e criação de adicional de qualificação. Em nota, o Ministério da Previdência Social (MDS) informa que o beneficiário que agendou atendimento em uma das agências da previdência social e não for atendido deve remarcar. O reagendamento será realizado pela própria agência e o segurado poderá confirmar a nova data ligando para a central no número 135 no dia seguinte à data originalmente marcada. A assessoria de comunicação do MDS, destacou ainda que está aberta à negociação com os grevistas. Fonte: G1 (http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2015/07/servidores-do-inss-continuam-em-greve-em-sergipe.html) 13/07/2015, 13h

PRIMEIRO DIA DE GREVE NO INSS ATINGE 93% EM SERGIPE
A greve convocada, para o dia 9 de julho, pelo SINDIPRE/SE conseguiu atingir um índice nunca antes visto para o primeiro dia de Greve. O percentual de 93%, avaliado pelo comando de greve, empolgou a todos que compões o comando de greve pela consciência política na sua base que não aceita mais a falta da conclusão da Nota Técnica 003/2014, que foi enviada para o MPOG e, após 1 (hum) ano, não foi efetivada pelo governo. Ficou claro para o SINDIPREV/SE que os servidores se uniram em uma corrente nacional para dizer que esta situação não pode mais continuar por promover um massacre ao servidor ativo do INSS através da falta de condições que estimulem a aposentadoria dos mesmos através da incorporação das gratificações. No decorrer de hoje, 9, vários filiados enviaram imagens das suas APS no interior do estado com a faixa do SINDIPREV/SE — GREVE com a distribuição da CARTA ABERTA À POPULAÇÃO. Em Aracaju, a Gerência do INSS também foi mobilizada em um processo crescente de greve. Por: Joaquim Antonio Ferreira (Secretário Geral do SINDIPREV/SE)

NO DIA 9 O INSS VAI PARAR
Desde o início do ano, o SINDIPREV/SE mobiliza a sua base através de assembleias e visitas setoriais na perspectiva da GREVE NACIONAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS dado o esgotamento das negociações nas mesas setoriais e grupos de trabalho. No caso da base do SINDIPREV/SE, as negociações se exauriram sem a definição das incorporações das gratificações nos salários bases da categoria, carga horária, condições de trabalho dignas e reposição das perdas inflacionárias acumuladas desde 2012. Em reuniões setoriais realizada pelo SINDIPREV/SE na última semana, a base do INSS deliberou GREVE POR TEMPO INDETERMINADO em todas as APS/PEX do INSS, AGU e Gerência utiva em Aracaju. Diante deste cenário de caos no INSS (e que se reflete na realidade dos vários órgãos públicos), nossa pauta de reivindicação está apoiada nos seguintes eixos: 1 – Realização de concurso público com números necessários para médicos peritos, técnicos e analistas no INSS 2 – Melhores condições de trabalho, com reformas nos prédios, acesso a produtos básicos de higiene (sabão, papel higiênico etc.) e de expediente, dedetização de ratos, baratas, formigas e escorpiões 3 – Reposição das perdas inflacionárias que, de 2010 a 2015, já somam mais de 27,3% 4 – Data base para 1º de maio para todos os servidores públicos federais 5 – Direito de Greve e Negociação coletiva no serviço público (Convenção 151 da OIT/ONU) 6 – Incorporação de parte das Gratificações (GDASS/GAE) no vencimento básico que, no INSS, o menor das carreiras do serviço público federal, no valor de apenas R$ 639,18 para o nível médio, ou seja, MENOR QUE O SALÁRIO MÍNIMO 7 – Criação do Adicional de Qualificação (AQ), a exemplo de outras carreiras do serviço público, valorizando os servidores que se qualificam e melhoram o seu nível educacional 8 – Revisão de metas e indicadores de gestão 9 – Retorno da jornada semanal de trabalho de 30 horas para todos os servidores 10 – Isonomia salarial e de benefícios entre os três poderes (utivo, Legislativo e Judiciário) 11 – Paridade salarial entre ativos, aposentados e pensionistas. O servidores do Ministério da Saúde e Ministério do Trabalho estão em ESTADO DE GREVE na discussão da construção de greve no setor. O SINDIPREV-SE e os servidores do INSS agradecem o apoio e a compreensão da população neste momento, onde entendemos que, sem luta não há conquistas! DIREÇÃO DO SINDIPREV/SE

CNTSS/CUT participa de reunião chamada pelo Ministério do Planejamento sobre apresentação de proposta para campanha salarial dos servidores federais
A CNTSS/CUT — Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social esteve entre as entidades representativas dos servidores federais que se reuniram nesta quinta-feira, 25 de junho, com o secretário de Relações de Trabalho do MPOG — Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Sergio Mendonça. A Confederação foi representada por seu presidente, Sandro Cezar, e por Célio dos Santos, diretor utivo. O encontro foi agendado pelo governo federal com a finalidade de apresentar às lideranças sindicais uma proposta à pauta de reivindicações dos servidores públicos federais que estão em campanha salarial desde 25 de fevereiro. A proposta apresentada pelo governo prevê a reposição da inflação projetada para os próximos quatro anos, sendo assim representada: índice de 21,3%, dividido em parcelas de 5,5% em 2016, 5,0% em 2017, 4,8% em 2018 e 4,5% em 2019. De acordo com o presidente da CNTSS/CUT, o que foi apresentado pelo governo está aquém das expectativas dos trabalhadores. “O que foi levado para avaliação dos dirigentes sindicais trata-se de uma proposta incompleta, que, por exemplo, não trata sequer de reajuste dos atuais benefícios recebidos pelos trabalhadores. A proposta foi considerada insuficiente por nós, sindicalistas, e não dialoga com a pauta apresentada pela categoria”, afirma Sandro Cezar. O presidente da CNTSS/CUT informou que os sindicatos dos servidores federais filiados à Confederação realizarão uma Plenária Nacional na próxima sexta-feira, 03 de julho, para melhor avaliar o que foi encaminhado pelo governo federal. Sandro Cezar reiterou que as entidades sindicais ligadas à Confederação estão em “estado de greve” desde a quinta-feira, 25 de junho. “Vamos discutir a proposta do governo na Plenária Nacional que realizaremos na próxima semana. Nela também será discutida se será ou não decretada greve por tempo indeterminado”, declara. Clique aqui e veja proposta apresentada pelo governo José Carlos Araújo Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

MPF CONVOCA INSS PARA DAR EXPLICAÇÕES SOBRE FALTA DE CONDIÇÕES DE TRABALHO
Em atenção à denúncia feita pelo SINDIPREV/SE ao MPF, 10/04, no tocante à falta de condições de trabalho no INSS e falta de estrutura para o atendimento ao defeso, o MPF convidou o SINDIPREV/SE e representante do INSS em Aracaju/Se para que fosse discutido o assunto pautado pelos trabalhadores, fruto da paralisação ocorrida em 07/04. O representante do INSS em Sergipe, Antonio Roberto Melo, informou que o material de limpeza está sendo comprado e repassado às APS até o dia 30 de junho que não há pendências no material de expediente já existe autorização orçamentária para dedetização que as reformas estão no Plano de Ação 2015, dependendo de autorização orçamentária que o defeso foi atendido e depende de avaliação do INSS e que a vigilância noturna foi substituída em todo o Brasil por vigilância eletrônica. Após as informações prestadas pelo representante do INSS, o SINDIPREV/SE, através do Coordenador Geral, Isac Silveira, apresentou relatório da falta de condições de trabalho nas APS ITABAIANA e ESTÂNCIA e confirmou que, após a paralisação do dia 04 e a intervenção do MPF, várias situações melhoraram, mas que é crítica a falta de manutenção predial e a necessidade urgente de se fazer reformas em várias APS. O Coordenador Isac, falou sobre o erro em se retirar a vigilância noturna e que os servidores estarão expostos aos vândalos que tendem a roubar o patrimônio público e, por consequência, fazer clima de terror nos locais de trabalho. A reunião, que ocorreu no dia 12 de junho, foi convocada pelo MPF e contou com o Coordenador Geral do SINDIPREV/SE, Isac Silveira, assessoria jurídica do SINDIPREV/SE, Tirciane Queróz, representante do INSS, Antonio Roberto Melo, e pelos procuradores federais Ramiro Rockenbah e Renata Baptista. Confira a ata da reunião Por: Joaquim Antonio F de Souza (Secretário Geral do SINDIPREV/SE)

SINDIPREV/SE PARTICIPA DA PLENÁRIA DA CNTSS QUE DELIBEROU GREVE PARA O MÊS DE JULHO
Aconteceu em Brasília no último dia 17 de junho, a plenária da CNTSS que convocou os seus sindicatos para fazerem a análise de conjuntura, informes do processo de mobilização, atividades políticas estaduais e Campanha Salarial 2015. Atendendo a convocação da CNTSS, o SINDIPREV/SE compareceu à plenária representada pelo Coordenador Geral, Isac Silveira, Secretário Geral, Joaquim Antonio, e os diretores Luiz Carlos Vilar (que também é da CNTSS), Adailson Silva, Júlio Lopes e Ulisses Freitas, já levando a deliberação dos filiados ao SINDIPREV/SE da necessidade de enfrentamento através de GREVE, tendo em vista a falta de conclusões das negociações com o Governo. Em Sergipe, o SINDIPREV/SE já realizou 03 assembleias gerais e inúmeras reuniões setoriais no sentido de preparar a base para a necessidade da greve nacional no Seguro e Seguridade Social devido à falta de respostas do MPOG às reivindicações dos trabalhadores através das Mesas Setoriais e Grupos de Trabalho. Plenária avalia condições dos estados e delibera Operação padrão no INSS e GREVE EM JULHO A plenária da CNTS foi rica em debate e serviu para que todos os 09 (nove) estados presentes pudessem avaliar as condições nacionais de um movimento de GREVE através das condições apresentadas por cada estado presente. Após o cumprimento da pauta da convocação, a plenária deliberou: Nova plenária no dia 03 de julho em Brasília para apontar o dia da GREVE em julho Que a direção da CNTSS irá buscar o diálogo com as demais entidades nacionais para a “unificação” da data de adesão à greve Operação Padrão no INSS, dia 25 de junho com o atendimento de “senhas agendadas”, sem o atendimento das senhas espontâneas Assembleias de mobilização em todos os estados até a data da plenária. Todos os estados presentes apresentaram o mesmo cenário de indignação dos trabalhadores pela falta de abertura de diálogo, em alguns casos, e a necessidade de conclusão em outros casos. A falta de previsão de reajuste salarial para 2016, falta de condições de trabalho e a necessidade urgente em promover a incorporação das gratificações são os motores da indignação dos servidores do Seguro e Seguridade Social. O SINDIPREV/SE estará visitando todos os locais de trabalho no sentido de concluir a preparação para a GREVE no INSS, SRTE e Ministério da Saúde. Por Joaquim Antonio Ferreira de Souza

SINDIPREV-SE REPRESENTA A VOZ DOS TRABALHADORES CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO EM CONGRESSO QUE DISCUTIU O TEMA EM SERGIPE
Na tarde da segunda-feira, 25/05, o SINDIPREV-SE, através do seu Secretário de Formação Política e Sindical, o assistente social Júlio César Lopes de Jesus, participou do Congresso Jurídico Multidisciplinar: Processo de Terceirização e Seus Impactos para a Cultura Organizacional da Sociedade, realizado na Universidade Tiradentes (UNIT), entre os dias 25 e 26 de maio do corrente ano. O evento contou com a participação de vários palestrantes, dentre eles autoridades políticas, representantes de entidades jurídicas, religiosas, empresariais etc., e que puderam expor suas visões e análises acerca do tema em questão. O SINDIPREV-SE foi a única entidade sindical do estado de Sergipe a participar desta discussão, a convite dos organizadores do evento, por entender que são nos órgãos do Governo Federal onde o aprofundamento da terceirização no setor público vem se dado de forma mais acelerada. Para abrir o evento, foi escalado para proferir a primeira palestra o empresário sergipano e deputado federal Laércio Oliveira, o qual tinha como objetivo fazer uma explanação para os conferencistas acerca do Projeto de Lei 4330/2004, mas, lamentavelmente, não cumpriu com o esperado, conforme afirma o diretor Júlio Lopes, Ao invés de explanar sobre as particularidades contidas neste Projeto de Lei, ressuscitado pelo referido parlamentar, o deputado Laércio Oliveira preferiu atacar as entidades sindicais (com destaque para a CUT), o PT, bem como alguns membros do Ministério Público do Trabalho e Magistrados, afirmando que estes impedem o progresso e a inovação do país. Em relação às entidades sindicais o deputado foi ainda mais taxativo, com um discurso de ódio e de desrespeito, ao afirma por diversas vezes que os dirigentes sindicais não entendem a lei, que se quer a leram e que mentem quando dizem que o Projeto retira direitos dos trabalhadores, registrou o diretor Júlio Lopes. Ainda foi dito pelo deputado algumas palavras que chocaram parte dos conferencistas presentes, tais como: precisamos de empreendedores e não de funcionários públicos, esse povo que faz manifestação não é trabalhador, porque trabalhador de verdade está trabalhando, os dados do DIEESE sobre morte, adoecimento, salários e que o trabalhador terceirizado trabalha mais que o não terceirizado é tudo MENTIRA, dentre outras afirmações desrespeitosas com os trabalhadores e com os representantes de classe. Para o diretor Júlio Lopes, O deputado perdeu a oportunidade de defender o seu projeto com argumentos consistentes e dados, os quais o mesmo não apresentou, pois, sequer preparou material para apresentar no Congresso. Demonstrou ainda profundo rancor e mágoa das entidades sindicais que denunciaram a sua intenção de terceirizar o Brasil, afirmou o diretor do SINDIPREV-SE. Por fim, antes de concluir a sua fala, o deputado Laércio Oliveira soltou ainda mais uma pérola, ao afirmar que o PL 4330/2004 só tinha um defeito, o de não ter conseguido permitir também a terceirização da atividade fim na Administração Direta, nas Autarquias e Fundações. Para ele, não deveria haver restrição alguma para as terceirizações. Em seguida, o deputado se retirou do evento, não tendo assim a oportunidade de ouvir a apresentação dos outros dois palestrantes, os quais chegaram cedo para, respeitosamente, ouvir os seus argumentos em defesa do PL 4330/2004. O deputado alegou ter um outro compromisso. A segunda apresentação foi feita pelo advogado e professor da UNIT, Helder Leonardo de Souza Goes, o qual apresentou o impacto das terceirizações dentro da perspectiva das empresas. O professor Helder Goes defendeu que, apesar de se constituir em um instrumento viável de gestão, as terceirizações, principalmente nos serviços públicos, vêm apresentando problemas preocupantes, principalmente para os trabalhadores, apresentando ainda dados que convergem com as informações que as entidades sindicais vêm apresentando ao longo da discussão sobre esta temática. Para concluir com os trabalhos da tarde, foi a vez do diretor Júlio César Lopes expor sua visão sobre o assunto, onde o mesmo anunciou desde o começo de sua fala: Já vimos a visão do patrão, a visão pela ótica da empresa/gestão, agora vamos ver as terceirizações a partir da ótica dos trabalhadores, os grande prejudicados com esta proposta e que nada têm a ganhar com ela, reafirmou Júlio Lopes. A exposição do nosso diretor foi bastante didática e enfática, onde o mesmo explicou o conteúdo de forma teórica e com exemplos práticos, abordando desde a crise mundial do capital, na década de 1970, passando pelos modelos econômicos do fordismo, da acumulação flexível, até as décadas de 80 e 90, com o modelo de Estado Mínimo em substituição ao Welfare State ou Estado de Bem-Estar Social, iniciado ainda na década de 1940 e posto em xeque, a partir das reformas de Estado e das práticas neoliberais adotadas por vários governos no mundo, com ênfase nos países da América Latina. Foi oportuna também a demonstração e explicação do diretor Júlio Lopes acerca de como, de fato, funciona a terceirização, quem sai ganhando (empresários do setor e governos descompromissados com os trabalhadores) e quem perde com ela (trabalhadores, economia, cidadãos usuários das políticas públicas etc.). Para o diretor sindipreviano a terceirização nada mais representa do que a precarização das relações de trabalho e a perda de direitos e garantias dos trabalhadores, gerando mais adoecimentos, acidentes, mortes e redução drástica de salários e de qualidade de vida: Ela (terceirização) é a privatização do século XXI, só que silenciosa. Privatiza por dentro, sem o impacto da venda da Empresa, vendendo o que as instituições empregadoras têm de mais valioso, ou seja, a sua força-de-trabalho, os trabalhadores da Empresa, analisou Júlio Lopes. Sobre esta precarização, o diretor relembrou ainda que somente a luta dos trabalhadores, os quais foram às ruas logo após a aprovação do PL 4330/2004, conseguiu diminuir a voracidade dos empresários do setor e são estas mesmas lutas da sociedade, indo às ruas ou utilizando as ferramentas das redes sociais, que vão constranger e intimidar parlamentares que não têm compromisso com os trabalhadores. O diretor Júlio Lopes citou ainda os recentes problemas enfrentados pelos trabalhadores terceirizados em Sergipe, citando os atos de protesto feitos pelos seguranças terceirizados da UFS, que reclamavam de atraso nos salários em 15 dias, além da falta de

SINDIPREV/SE FAZ REUNIÃO SETORIAL NA GEX-INSS
Ocorreu na manhã de ontem, 21, a reunião setorial do SINDIPREV/SE com os filiados lotados na GEX/AJU — INSS que contou com a presença de 70 filiados que puderam ouvir, debater e encaminhar sobre os processos judiciais e Campanha Salarial 2015. O Coordenador Geral do SINDIPREV/SE, Isac Silveira, o Secretário Geral, Joaquim Antonio,e o diretor Luiz Carlos Vilar, fizeram análise de conjuntura para que todos compreendessem o modelo econômico vigente desde janeiro deste ano, que prega o congelamento salarial e corte de gastos com aumento de impostos e perda dos direitos trabalhistas. O desmonte do MTE, foi um tema abordado pelo SINDIPREV/SE com o repasse de atribuições para o INSS sem a reestruturação da autarquia para receber a nova demanda com espaços físicos e treinamentos aos servidores. Servidores deliberam sobre Ação dos 3,17% O Coordenador Isac Silveira, apresentou aos filiados o andamento do processo dos 3,17% e a necessidade do SINDIPREV/SE aceitar o novo valor corrigido, com base na TR, ou entrar com recurso para que o valor seja mantido pelo INPC. Sobre este tema, Isac apresentou os novos cálculos com valores menores ao cálculo anterior, devido os embargos da AGU que não aceitava os valores apresentados pela Justiça Federal. Tendo em vista os novos valores, o SINDIPREV/SE voltou à Justiça Federal para tentar um novo entendimento mas o Juiz Federal foi contundente em afirmar que o assunto já estava encerrado e que o processo seria remetido para Recife para a nova discussão jurídica. Dentro deste novo quadro, o Coordenador Isac Silveira, deixou claro que assembleia geral já havia deliberado que “o SINDIPREV/SE poderia decidir sobre qualquer pendência jurídica dos filiados” mas que, devido a impossibilidade de alguns filiados não comparecerem às assembleias, a coordenação decidiu fazer as reuniões setoriais para discutir melhor com os servidores. Após as discussões, os servidores lotados na gerência do INSS decidiram aceitar os novos valores. Filiados(as) elogiam a decisão do SINDIPREV/SE em fazer as assembleias setoriais Após o encerramento da reunião setorial, vários filiados conversaram com os representantes do SINDIPREV/SE para elogiar a posição do sindicato em ir aos locais de trabalho para mobilizar a base e fazer os devidos debates e encaminhamentos. O filiado Lenino Fernando, falou da dificuldade que alguns têm em, alguns momentos, sair dos locais de trabalho para participar das atividades sindicais mesmo com temas importantes. O filiado Lenino se sentiu contemplado com a direção que buscou ir ao local de trabalho para fazer as atividades sindicais, este foi o sentimento da reunião. A direção do SINDIPREV/SE está apresentando agenda de reuniões em todos os locais de trabalho da sua base. Por: Joaquim Antonio Ferreira (Secretário Geral do SINDIPREV/SE)

DIREÇÃO DO SINDIPREV/SE SE REÚNE COM GEAP
Ontem, 21, a direção do SINDIPREV/SE, representada pelo Coordenador Geral, Isac Silveira, e pelo diretor Luiz Carlos Vilar, esteve reunida com a direção da GEAP para discutir o cancelamento do plano de saúde de vários assistidos sem as devidas comunicações, já que o Acódão do TCU limita o número de dependentes e agregados. Na reunião, o Coordenador do SINDIPRE/SE, Isac Silviera, deixou claro que o sindicato inensificará suas ações políticas e judiciais no combate às injustiças, tanto no MPF quanto no judiciário. A GEAP se compromenteu em melhorar a comunicação entre o plano e os assistidos. SINDIPREV/SE IMPRETARÁ AÇÕES JUDICIAIS CONTRA A GEAP A secretaria de jurídico do SINDIPREV/SE solicita que todos os prejudicados pela GEAP, por exclusão ou danos, compareçam à sede do sindicato no período da manhã para que sejam tomadas as devidas posições contra o direito à vida dos filiados e assistidos. Por: Joaquim Antonio Ferreira (Secretário Geral do SINDIPRE/SE)


