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SINDIPREV ENTREGARÁ CARTA DE COMPROMISSO AOS PARLAMENTARES SERGIPANOS

A assembleia do SINDIPREV SERGIPE, ocorrida ontem, 18, por videoconferência, teve início às 15:20h, teve que ser reiniciada devido a ataques cibernéticos com ataques aos presentes. O coordenador do SINDIPREV, Joaquim Antonio, que estava conduzindo a assembleia, teve que reiniciar a assembleia com novo acesso aos presentes e monitorar a solicitação de participação devido o ocorrido. Reiniciando com 01 minuto de silencio, em respeito aos que contraíram COVID e aos que faleceram, a assembleia seguiu a pauta com os informes do diretor Vilar, Secretário Geral Deivid Christian e Coordenador Geral Joaquim Antonio, fazendo uma exposição do cenário da base em épocas de pandemia e seus desdobramentos. Após os informes, os participantes fizeram análise da situação do INSS, no que diz respeito aos sistemas, falta de segurança sanitária em locais de trabalho e falta de gestão da DC. O empenho na mesa de debates com a DC no CGNAD e GT PONTUAÇÃO foi o tema de exposição do membro do CGNAD e Secretário Geral do SINDIPREV, Deivid Christian, que pontuou toda dificuldade em manter a GDASS na íntegra devido aos subterfúgios levados à mesa pelo INSS no intuito de piorar, financeiramente, a vida do servidor. Após a exposição sobre o CGNAD, a direção do SINDIPREV SERGIPE convocou a categoria a lutar contra a REFORMA ADMINISTRATIVA já em andamento no Congresso Nacional com o único objetivo de “acabar com o setor público”. Como encaminhamento, a assembleia aprovou a entrega de carta compromisso aos parlamentares sergipanos e mensagens contra a REFORMA ADMINISTRATIVA nas Redes sociais destes parlamentares. A direção do SINDIPREV se comprometeu em elaborar a carta e mensagens a serem compartilhadas. Por: Marcos Jefferson (DRT/SE 376) O SINDIPREV/SE NÃO FOGE À LUTA Gestão 2020/24 Coordenador Geral: Joaquim Antonio

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SINDIPREV SERGIPE COMEMORA NAS RUAS O DIA DA ENFERMAGEM PELA APROVAÇÃO DO PL 2564/2020

O SINDIPREV SERGIPE, iniciou a semana em defesa da aprovação do PL 2564/2020, que trata do direito aos Enfermeiros (as), Técnicos em Enfermagens, Auxiliares em Enfermagens e Parteiros (as) ao Piso Salarial e Jornada de 30hs. A semana iniciou com a importante Audiência Pública promovida pelo diretor do SINDIPREV e Vereador Isac Silveira na Câmara de Vereadores de Aracaju com a participação de parlamentares, categoria da enfermagem e do Coordenador Geral do SINDIPREV SE, Joaquim Antonio, que fez a fala da posição do SINDIPREV em defesa da categoria, confira: Hoje, 12, o SINDIPREV SERGIPE comemorou o Dia Internacional da Enfermagem no Ato promovido pela categoria com total apoio do SINDIPREV, através da presença da direção do sindicato e estrutura para dar maior visibilidade a esta categoria tão massacrada. Confira a fala do Secretário Geral do SINDIPREV SERGIPE: Por: Marcos Jefferson (DRT/SE 376) O SINDIPREV/SE NÃO FOGE À LUTA Gestão 2020/24 Coordenador Geral: Joaquim Antonio

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ASSEMBLEIA GERAL ENCAMINHA ATIVIDADES POLÍTICAS DO SINDIPREV

Ontem, 10, 15h, aconteceu a Assembleia Geral do SINDIPREV convocado pela direção executiva para debater e encaminhar o futuro político, administrativo e jurídico do SINDIPREV, principalmente neste período de pandemia. Iniciando as 15:20h com informes, a assembleia ouviu atentamente temas como VIVA PREVIDÊNCIA, onde o SINDIPREV participa com o nome da diretora e servidora do Ministério da Saúde, Míriam Rodrigues; novo aplicativo MEUGOV.BR instituído pelo Ministério da Economia que tem causado uma série de dificuldades aos aposentados e pensionistas; participações do SINDIPREV nas atividades do FORA BOLSONARO promovidas pelas entidades e movimentos populares em Sergipe; suspensão do atendimento presencial no Ministério da Saúde; e participação do SINDIPREV no Consórcio de sindicatos federais da CNTSS. Nos informes, o assessor jurídico do SINDIPREV, Lucas Rios, apresentou um levantamento sobre a retirada de rubricas no INSS, ex-MTE e Ministério da Saúde e a notícia que está sendo compartilhada pela base sobre o PCCS. Após os informes o diretor do SINDIPREV e vereador por Aracaju Isac Silveira, fez uma importante Análise de Conjuntura abrangendo a crítica situação do Setor Público brasileiro e o fracasso político e econômico do Governo Bolsonaro que, além de vários crimes, tem sido decisivo na falta de vacinas aos brasileiros por ter adotado uma política negacionista. A participação do SINDIPREV no Congresso da CNTSS foi tema debatido pela direção e base, que vê na entidade nacional a importância da participação do sindicato nos GTs, Mesas e outros espaços políticos em defesa da base. O atual diretor da CNTSS e SINDIPREV, Luis Carlos Vilar, fez uma análise dos seus mandatos como dirigente nacional, apresentando a importância do espaço na entidade e a necessidade da manutenção de outro nome para ser indicado para renovar a presença do SINDIPREV SERGIPE na CNTSS. A coordenação do SINDIPREV SERGIPE encaminho na assembleia os nomes dos delegados Joaquim Antonio, Ulisses Freitas, Deivid Christian e Jailton França para o Congresso da CNTSS que ocorrerá no segundo semestre por videoconferência. Além da apresentação dos delegados, a coordenação encaminhou o nome do diretor do Jurídico do SINDIPREV SE, Jailton França, para diretor da CNTSS no próximo mandato pela importância da inclusão de dirigentes do ex-MTE nos espaços nacionais. A assembleia aprovou os encaminhamentos apresentados pela direção do SINDIPREV SERGIPE. Quem é JAILTON FRANÇA? O diretor do jurídico JAILTON FRANÇA, deliberado pela assembleia geral para ter seu nome indicado ao Congresso da CNTSS como nome de SERGIPE para dirigente da CNTSS, é formado em Educação Física, Servidor Público desde 85, lotado inicialmente no SENAR e a partir de 1992 no Ministério do Trabalho, onde exerceu as chefias de RH, Financeiro, Chefe de Agência do MTE em Socorro/SE, Diretor Administrativo da Superintendência Regional do Trabalho, sindicalizado desde 1992 e faço parte da direção desde 2017. No final da Assembleia, a direção apresentou um calendário de atividades políticas, jurídicas e administrativas a serem cumpridos pela direção do SINDIPREV neste primeiro semestre, dentre eles, o apoio incondicional do sindicato ao PL 2564/2020 que define piso salarial e jornada de 30 horas aos Enfermeiros (as), Técnicos, auxiliares de enfermagens e parteiras. A assembleia encerrou as 17:20h em clima de harmonia e apoio à direção do SINDIPREV SERGIPE. Por: Marcos Jefferson (DRT/SE 376) O SINDIPREV/SE NÃO FOGE À LUTA Gestão 2020/24 Coordenador Geral: Joaquim Antonio

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DIREÇÃO DO SINDIPREV SE REÚNE PARA ENCAMINHAR ATIVIDADES

No último dia 07, 15h, a direção do SINDIPREV SERGIPE se reuniu para discutir e encaminhar as atividades políticas, jurídicas e administrativas relativas ao SINDIPREV SERGIPE. Na reunião, a direção do SINDIPREV SERGIPE deliberou encaminhar o nome do diretor Jailton França, para a Assembleia Geral aprovar, ou não, para o próximo mandato de direção da CNTSS. Outro ponto bastante discutido, foi a falta de atendimento presencial no Ministério da Saúde e dificuldades no cadastramento do aplicativo MEUGOV.BR. A ata da reunião está disponível no SINDIPREV SERGIPE. Por: Marcos Jefferson (DRT/SE 376) O SINDIPREV/SE NÃO FOGE À LUTA Gestão 2020/24 Coordenador Geral: Joaquim Antonio

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Em reunião com presidente do INSS, CNTSS/CUT reafirma posição contrária ao conteúdo da Portaria nº 14 e cobra dados do atendimento dos assistentes sociais nos últimos 30 dias

Dirigentes da CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social e representantes de sua base de filiados reuniram-se novamente na tarde da quinta-feira, 06 de maio, com o presidente do INSS – Instituto Nacional do Seguro Social, Leonardo Rolim, e sua equipe de gestão para dar prosseguimento às discussões sobre a Portaria Conjunta nº 14, de 26 de abril 2021, que substituiu a Portaria Conjunta nº 11, de 17 de março 2021, e que dispõe, entre outras questões, sobre os procedimentos para uniformizar o fluxo de atividades do Serviço Social com acréscimo diário no número de agendamentos para atendimentos feitos pelos assistentes sociais. A Confederação, seus sindicatos filiados e os trabalhadores de sua base, desde o início, sempre manifestaram interesse pela revogação imediata da Portaria Conjunta nº 11. A pauta desta reunião tinha como pontos centrais o levantamento dos últimos 30 dias de atendimento nas APSs – Agências de Previdência Social para averiguar a efetividade do número de avaliações sociais realizadas pelos assistentes sociais, bem como as medidas a serem adotadas com relação à Portaria 11 e sua consequente substituta, a Portaria 14. O INSS deveria ter apresentado um quadro geral com os números efetivos de avaliações sociais realizadas em todo o país nestes trinta dias e o número de profissionais que retornaram do home Office para o atendimento presencial nas APSs. Este período de um mês foi acordado entre o presidente Rolim e os dirigentes da CNTSS/CUT para se ter um parâmetro desses atendimentos, das ausências dos requerentes nos agendamentos das avaliações sociais e um quadro da efetivação do uso da sexta/sétima agenda de avaliação. A reunião teve um início tenso por conta do posicionamento dos dirigentes de reafirmar que todo o processo de negociação tem que ter o respaldo dos trabalhadores da base e que, por isto, nunca houve “acordo” sobre a manutenção da Portaria, pelo contrário o posicionamento dos dirigentes e trabalhadores aponta para sua revogação. Contudo, mesmo com o descontentamento inicial apresentado pelo presidente Rolim em relação à fala dos dirigentes, a reunião teve prosseguimento com a cobrança das lideranças sobre os dados institucionais acerca do levantamento que ficou de ser apresentando nesta reunião. Na reunião anterior, realizada em abril, estes elementos foram apontados como indicadores para contribuir para a superação da 6ª ou 7ª avaliação social diária proposta pelo Instituto para acontecer até junho de 2021. Porém, os técnicos do Instituto não conseguiram fechar os números totais do atendimento no país neste período. Os representantes da CNTSS/CUT tinham alguns dados preliminares, referentes à Região Nordeste, mas que não são totais, em nível de país, por não terem acesso às ferramentas adequadas. Desta forma, ocorreu o impasse de prosseguir a reunião sem os números fechados. Foi indicada pelos dirigentes a necessidade de suspensão desta reunião para que os dados sejam finalizados e apresentados, como ficou estabelecido anteriormente. A Confederação cobrou da gestão do INSS a mensuração dos dados deste período e a definição de uma nova reunião para dar prosseguimento às negociações sobre a Portaria 14. O presidente orientou sua equipe para que finalizem o levantamento nos próximos dias e ficou de ver uma nova data de reunião no prazo de 15 dias para dar continuidade a estas discussões. Outros pontos de interesse Os dirigentes aproveitaram a oportunidade para avançar em outros temas de interesse da categoria. Para os trabalhadores e trabalhadoras do Serviço Social é nítida a dificuldade que o Instituto tem para se comunicar com os requerentes de benefícios administrados pelo INSS. Até mesmo o 135 não tem dado os resultados esperados. Este problema dificulta enormemente o trabalho dos assistentes sociais e precisa, segundo estes profissionais, ser resolvido o mais rápido possível pelo INSS. Outro ponto tem a ver com a questão das agendas de avaliação social. O manuseio por parte de alguns gestores administrativos sem o devido conhecimento dos sistemas tem duplicado e até triplicado o número de agendamentos de avaliações sociais diárias. Isto tem prejudicado os profissionais e a população usuária que fica muito tempo aguardando o seu atendimento em função do reagendamento de sua avaliação social. Os dirigentes da CNTSS/CUT reivindicaram a gestão técnica desta agenda como atribuição privativa de assistente social do INSS. Leonardo Rolim disse que este problema vem sendo observado pelo Instituto e que está sendo finalizada uma nova ferramenta para dar conta do assunto. Um novo sistema será implantado nos próximos 15 dias e buscará resolver tanto a duplicidade de agendas quanto de agendamentos equivocados para locais distantes do local de moradia dos requerentes. Os dirigentes reiteraram que nenhum acordo pode ser firmado se não for aprovado pelas instâncias democráticas da base de sua categoria e que continuará na defesa dos interesses dos assistentes sociais na previdência, por entender que as pautas desses(as) trabalhadores(as) sempre são justas e estão vinculadas historicamente aos interesses mais amplos do conjunto da classe trabalhadora. O que aconteceu antes O presidente Leonardo Rolim apresentou na reunião anterior, de 06 de abril, que devido à pressão de órgãos de fiscalização e pela grande demanda represada não poderia revogar a Portaria. Mas se comprometeu a avaliar estes dados para ter uma referência do que havia sido conquistado neste período. O retorno nesta agenda de 06 de maio a estas discussões é resultado também da reivindicação das lideranças feita na reunião anterior, quando reiteraram o posicionamento já manifestado em outros momentos pela revogação da Portaria. Na reunião de abril, além da sinalização da presidência do INSS em mudar o texto da portaria apontando “o caráter excepcional e temporário da medida de abertura de mais uma vaga na agenda de avaliações sociais diárias; que o tempo médio de avaliação social deverá permanecer em 60 minutos; que seriam detalhados os procedimentos de bancos de horas e horas extras”, os dirigentes também obtiveram o compromisso de que “as vagas de 6/7 agendas de avaliações sociais diárias permaneceriam assim até que houvesse a reversão das condições que lhes deram origem, ou seja, com o aumento da disponibilidade da força de trabalho dos assistentes sociais que estão em

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CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL

O SINDIPREV/SE convida todos filiados e filadas para ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA que ocorrerá no dia 10 de maio, segunda, às 15h, através de videoconferência. O link da assembleia será compartilhado a partir das 14:30h através das nossas plataformas de comunicação (WhatsApp e Redes Sociais), da assembleia com a seguinte pauta: Informes; Análise de Conjuntura; Retirada de Delegados Congresso CNTSS; Jurídico; O que ocorrer A Direção

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COMUNICADO JURÍDICO SOBRE PCCS, PERÍODO ESTATUTÁRIO

O SINDIPREV/SE vem a público, especialmente aos seus filiados, informar: O STF julgou o RE 1.023.750, onde firmou que os servidores federais têm direito às diferenças relacionadas ao reajuste de 47,11% (PCCS) mesmo após a mudança do regime celetista para o estatutário. Segundo a decisão, a parcela é devida após a transposição dos servidores para o Regime Jurídico Único, mas deixa de ser com sua incorporação/absorção aos vencimentos dos servidores por eventuais reajustes posteriores. A União pretendia que a Justiça Federal passasse ao exame do mérito da questão, de forma independente, sem se submeter aos limites da decisão proferida pela Justiça do Trabalho, mas o STF entendeu que a decisão trabalhista deveria prevalecer mesmo após o regime estatutário, ainda que os efeitos financeiros ficassem limitados à incorporação/absorção da parcela aos vencimentos dos servidores por eventuais reajustes posteriores. A decisão beneficia apenas os processos já protocolados e que porventura ainda estejam em curso, não viabilizando novas ações. Assessoria Jurídica

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REFORMA ADMINISTRATIVA PRECARIZA A BASE DE SERVIÇOS PÚBLICOS, DIZ ANAFE

As propostas da reforma administrativa (PEC 32/20) voltaram ao debate em audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira. Um dos participantes, o presidente da Associação Nacional dos Advogados Públicos Federais (Anafe), Lademir Rocha, apontou os principais pontos controversos do texto e os impactos na Advocacia Pública, no serviço público e no Estado brasileiro. A associação tem atuado fortemente em diversas frentes para alterar a proposta, destacando a importância do amplo debate. Rocha reforçou o distanciamento da PEC dos direitos fundamentais da população e chamou atenção para a atenção para a multiplicação de princípios na reforma, em especial o da subsidiariedade, que pode afastar o Estado do cumprimento de suas atribuições primordiais nas políticas públicas e na prestação de serviços fundamentais nas áreas de saúde, educação, justiça, entre outros. Ele criticou também a falta de dados, números e prognósticos que justifiquem a PEC 32/2020. “Rigorosamente, a justificação da PEC não observou as balizas estabelecidas no artigo 20, caput e parágrafo único, da Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro, que estabelece que as decisões das autoridades administrativas, controladoras e judiciais não podem se fundamentar em valores jurídicos abstratos sem que sejam consideradas as consequências práticas da decisão e que a motivação deverá demonstrar a necessidade e a adequação das medidas impostas, inclusive em face das possíveis alternativas”, pontuou. Os aspectos mais graves da PEC são os critérios de definição das carreiras típicas de Estado, o ingresso mediante vínculo de experiência, a criação de cargos de liderança e assessoramento e a fragilização da estabilidade dos atuais servidores, disse o presidente da Anafe. De modo especial, Lademir Rocha chamou a atenção para o risco de aprovar regras que favoreçam a disseminação de práticas clientelistas e a captura das estruturas e recursos públicos por interesses privados, especialmente nas segmentos estratégicos do Estado brasileiro, em razão da precariedade da forma de ingresso, na entrada de pessoas estranhas ao quadro de servidor para o exercício de atividade estratégicas, técnicas e de gestão, a no enfraquecimento da estabilidade, garantia necessária à salvaguarda dos interesses da coletividade, segundo ele. “As propostas da PEC não se justificam sob nenhuma ideologia alinhada à tradição democrática: no sentido do liberalismo político, uma vez que promove a concentração de poderes na mão do presidente da República; do conservadorismo filosófico, por promover mudanças imprudentes e regressivas; da visão social e progressista do Estado, pois mina a eficácia das garantias necessárias à implementação dos direitos econômicos e socais; e, por fim, do republicanismo, pois favorece o clientelismo e a captura do Estado ao aprofundar diferenças injustificadas no tratamento entre os agentes públicos”, assinala Rocha. Ele disse que as reformas são necessárias na estrutura e no modo de funcionamento do serviço público do país, “mas elas não devem ser conduzidas com base em visões simplistas, preconceituosas e equivocadas a respeito do serviço público, de suas especificidades e de suas complexidades”, finaliza Lademir Rocha. Fonte: Correio Brazilense – Blog do Servidor Por: Marcos Jefferson (DRT/SE 376) O SINDIPREV/SE NÃO FOGE À LUTA Gestão 2020/24 Coordenador Geral: Joaquim Antonio

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SINDIPREV AUXILIARÁ FILIADOS NO CADASTRO DO MEUGOV.BR

A nova plataforma de informações administrativa e financeira do servidor público já está dando “dor de cabeça” aos que se familiarizaram com o SIGEPE. O SINDIPREV SERGIPE já recebeu uma série de reclamações sobre a dificuldade do acesso, principalmente dos aposentados, a obrigatoriedade do cadastro no MEUGOV.BR, para ter acesso a contracheques, fichas financeiras etc. Sempre pensando no que é melhor para o filiado (a), o SINDIPREV SERGIPE, através do seu Home Office, orientará os filiados sobre o novo aplicativo e cadastramento dos dados e informações para que o nosso filiado fique sempre atualizado. Acesse o site do MEUGOV.BR e tente fazer o seu cadastramento, seguindo o passo-a-passo fornecido pelo sinte mas, em caso de dificuldades, entre em contato, via WhatsApp, com Nete (988025662) ou Regina (988025663) para obter a orientação necessária no cadastramento. Por: Marcos Jefferson (DRT/SE 376) O SINDIPREV/SE NÃO FOGE À LUTA Gestão 2020/24 Coordenador Geral: Joaquim Antonio

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ATENÇÃO ASSISTIDOS DA GEAP

Caso você, filiado e filiada ao SINDIPREV SERGIPE, esteja pagando mais de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) de CO-participação, solicitamos que requeira na GEAP a “ficha financeira dos últimos 05 anos” para que façamos análise financeira para verificar se procede, ou não, a cobrança. Após receber a documentação, entre em contato com nosso HOME OFFICE (Nete 98802 5662) para que seja encaminhado para assessoria jurídica para análise e devida ação para corrigir o dano, caso haja. O assessor jurídico do SINDIPREV, Wágner Filho, constatou inconsistências financeiras na cobrança de e CO-participação de alguns filiados, causando constrangimento e prejuízo financeiros. Por: Marcos Jefferson (DRT/SE 376) O SINDIPREV/SE NÃO FOGE À LUTA Gestão 2020/24 Coordenador Geral: Joaquim Antonio

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SINDICATOS DA BASE DA CNTSS PARTICIPAM DE REUNIÃO COM A FRENTE NACIONAL DE PREFEITOS PARA VACINAR SERVIDORES DO INSS

Vacina para todos os servidores do INSS e para os trabalhadores terceirizados das agências de atendimento foi a pauta discutida na tarde desta terça-feira (20) com o Secretário Geral da Frente Nacional de Prefeitos, Gilberto Perre. O Presidente do SINSSP, Pedro Totti, os diretores Vilma Ramos e Idel Profeta, além dos dirigentes Deivid Christian (SINDIPREV-SE) e João Torquato (SINDPREV/DF) representaram a CNTSS e os seus sindicatos filiados. Os representantes dos servidores contextualizaram a Frente Nacional de Prefeitos sobre o aumento de casos do novo coronavírus e das vidas perdidas para a doença após a reabertura das agências para o atendimento presencial mesmo com o país no pico de contágio que posteriormente colapsou o sistema de saúde e que o INSS nada fez para proteger os servidores. As entidades deixaram claro que o objetivo de incluir a categoria no grupo prioritário de imunização contra a Covid-19 não era para furar a fila de vacinação, mas dar proteção mínima aos trabalhadores do INSS que prestam um serviço relevante e essencial à sociedade. Informaram que uma parte das unidades do INSS estão abertas principalmente para atender os benefícios por incapacidade e assistenciais, atendendo não só os trabalhadores formais, inclusive vítimas do novo coronavírus, como também a população em situação de vulnerabilidade. Na reunião os dirigentes explanaram sobre o alto índice de contaminação dos servidores por Covid-19, sobre a insalubridade da maioria das unidades do INSS bem como sobre o tratamento não isonômico dado hoje nas agências onde médicos peritos já estão vacinados e os servidores não, mesmo trabalhando no mesmo espaço de trabalho. Diante do exposto, o Secretário Geral da Frente reconheceu a importância dos serviços prestados pelo INSS por seus servidores e informou que já tinha conhecimento da demanda através do Instituto que informou sobre a sugestão da CNTSS para contactar a Frente. A Frente Nacional de Prefeitos não só acatou a legitima reinvindicação como também já encaminhou Ofício para o Ministro da Saúde para incluir os servidores do INSS no grupo prioritário do Plano Nacional de Vacinação tendo em vista a natureza das atividades e risco. O Secretário Geral solicitou aos dirigentes, para dar celeridade ao processo, a dimensão de trabalhadores do INSS nos municípios em que existem prestação de serviços. Os dirigentes sindicais dos sindicatos filiados à CNTSS já estão solicitando a quantidade de servidores, estagiários e terceirizados que trabalham nas dependências do INSS, presentes em cada município, para atender à solicitação da FNP. O SINSSP em conjunto com os sindicatos filiados a CNTSS estão empenhados em assegurar o direito dos trabalhadores do INSS serem incluídos como prioritários no grupo de vacinação para preservar a vida não só dos trabalhadores do Instituto, mas também da população que procura os nossos serviços. Acompanhe o desdobramento dessa pauta no site e nas redes sociais do sindicato. Não esqueça de curtir, comentar e compartilhar as informações para aumentar a rede digital e contribuir para que mais servidores tenham acesso as informações. Vacina Já para todos os trabalhadores do INSS! Clique aqui para visualizar o ofício que a Frente Nacional de Prefeitos mandou para o Ministro da Saúde. Fonte: Imprensa SINSSP

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