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ASSEMBLEIA GERAL APROVA A AGENDA DOS STF

Aconteceu no dia 26 de fevereiro, 15:30h, a assembleia dos filiados ao SINDIPREV/SE que contou com a participação dos servidores do Ministério da Saúde, INSS e SRTE que discutiram a agenda proposta pela CAMPANHA SALARIAL 2015. O momento político-econômico por que passa o país, foi bastante discutido nas analises de conjunturas feitas por membros da direção do SINDIPREV/SE abordando a crise apresentada pelo Governo e a culpabilidade dos responsáveis. Quem é responsável pela crise? A direção do SINDIPREV/SE foi enfática em dizer que os servidores públicos federais não são responsáveis por crise do setor econômico brasileiro tendo em vista a falta de avanços em negociações para o setor e o acúmulo de capital dos banqueiros, hoje bem representados no primeiro escalão do governo. Após a explanação da direção do SINDIPREV/SE a fala foi franqueada aos filiados que concordaram com os encaminhamentos propostos pela direção e o “abandono” por que passam os STF. Em Sergipe, foi discriminada a falta de condições de trabalho e segurança no MTE, MS e INSS além da falta de perspectiva em melhoria devido o corte de recursos para investimento local. A assembleia deliberou pela participação dos filiados ao SINDIPREV/SE na agenda proposta pelas entidades nacionais unificadas dos servidores públicos federais (CNESF), além de nova assembleia para o dia 23 de março para avaliar o andamento da CAMPANHA SALARIAL 2015 e indicar data para greve. O Coordenador Geral do SINDIPREV/SE, Isac Siveira, irá, participar, juntamente com os diretores Marcos Jeferson, Luiz Carlos Vilar e Fernando José, da plenária dos STF da CNTSS, que acontecerá nos dias 5 e 6 na cidade de Recife/Pe para discutir e encaminhar a luta dos STF nacionalmente. Por: Joaquim Antonio F de Souza (Secretário geral do SINDIPREV/SE)

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Sindiprev/SE faz cobranças em Ato Público

O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência de Sergipe (Sindiprev/SE) realizou, juntamente com os servidores da Delegacia Regional do Trabalho em Sergipe (DRT/SE), um Ato Público em frente à superintendência do órgão na manhã de quinta-feira, 26 de agosto. A manifestação buscou mostrar a sociedade que os 141 dias de paralisação por parte de 21 estados da federação só continuam devido à intransigência do Governo Federal, que, até agora, não apresentou propostas para a negociação. De acordo com Fernando José dos Santos, dirigente da Secretaria de Administração e Patrimônio do Sindiprev/SE e servidor da DRT/SE há 26 anos, o Governo Federal está adotando uma postura bastante intolerante. “O governo solicitou do comando de greve que nós enviássemos uma proposta para eles. Nós apresentamos três, no dia 28 de julho. A principal era com relação à gratificação específica do Ministério Público do Trabalho (MTE), a título de antecipação de carreira”, afirmou Fernando José. No dia 17 de agosto, a comissão de negociação foi até Brasília, para mais uma reunião em defesa dos direitos, garantias e interesses da categoria. “Durante a mesa de negociação, o RH da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão da República do Brasil, Sr. Duvanier Paiva Ferreira afirmou que não teríamos carreira específica do MET. Nós questionamos a mesa o porquê da categoria ter apresentado três propostas, enquanto o Governo não apresentou nenhuma, e não aceita nada do que propomos. Muito foi dito, mas nada foi firmado”, esclareceu Fernando. Mobilização continua Os servidores do MTE seguem buscando negociar com o governo uma proposta que atenda demandas emergenciais da categoria e possam colocar fim ao impasse instalado. Mantendo o discurso de que o governo não irá atender reivindicações de criar carreiras específicas, a SRH vem protelando a solução do conflito. Entendendo que não há como superar a divergência neste momento na questão da criação de carreira, os servidores do MTE aceitaram construir uma proposta alternativa que foi apresentada ao governo. A categoria passou a defender a criação de uma gratificação emergencial que pudesse corrigir as distorções salariais que predominam no Ministério do Trabalho. A proposta é encarada como um paliativo capaz de amenizar a situação difícil do MTE e interromper o movimento de mobilização que se estende por 21 estados. Enquanto não tem uma definição e nenhuma proposta formal apresentada pelo governo, a categoria segue reforçando a mobilização e fortalecendo o processo de pressão em busca do atendimento das demandas urgentes do setor. As mobilizações que se tornaram uma constante nos últimos tempos seguem a todo o vapor. A Secretaria de Recursos Humanos (SRH) do Ministério do Planejamento pretendia agendar uma nova reunião para discutir a situação dos servidores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) apenas no dia 15 de setembro. No entanto, a Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal) conseguiu fazer com que o governo antecipasse a data para o próximo dia 2 de setembro, quinta-feira. Fonte: CUT apud Jornal da Cidade

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SINDIPREV/SE realiza protesto contra Sistema Único do Trabalho

Escrito por: Iracema Corso (CUT/SE) As perigosas conseqüências da implantação do Sistema Único do Trabalho (SUT) mobilizaram o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência Social no Estado de Sergipe (SINDIPREV/SE) na construção do ato público ‘DIGA NÃO AO SUT’, que acontece na próxima segunda-feira, dia 15/09, a partir das 7h, em frente à Superintendência Regional do Trabalho, no Calçadão da Laranjeiras com João Pessoa, e que contará com o “ABRAÇO SIMBÓLICO” à sede do SRTE. Um dos principais objetivos da manifestação pública do SINDIPREV/SE é explicar à população o que é o SUT e como ele interfere na atuação dos trabalhadores concursados e chega a ameaçar a própria existência do Ministério do Trabalho e Emprego Decente. Jorge de Jesus, dirigente da Central Única dos Trabalhadores e do SINDIPREV/SE, explica que um dos graves reflexos da implantação do Sistema Único de Trabalho (SUT) será o fim da autonomia dos auditores fiscais para fiscalizar empresas, fazendas e demais estabelecimentos que não cumprem leis trabalhistas. De acordo com o novo sistema, o auditor ficará submetido a um conselho tripartite formado pelo empresariado, confederação dos trabalhadores e pela Administração Pública. O obstáculo criado à inspeção feita pelo auditor favorece o trabalho escravo dentre outras formas de exploração de trabalhadores e descumprimento das leis trabalhistas, o que atinge toda a população brasileira. A implantação do SUT também prevê que os servidores administrativos federais percam suas atribuições, pois serão servidores estaduais, municipais e com certeza, principalmente trabalhadores terceirizados que realizarão serviços fundamentais para a população, tais como: concessão dos benefícios Seguro Desemprego e Abono Salarial fiscalização das condições de segurança e saúde dos trabalhadores certificação profissional orientação e qualificação profissional identificação do trabalhador registro do exercício profissional das profissões regulamentadas que não possuem entidade fiscalizadora do exercício profissional fomento à concessão de micro-crédito produtivo, orientado emissão de Carteira de Trabalho prestação de informações sobre o PIS, entre outros trabalhos importantes. O diretor do SINDIPREV/SE entende que o SUT viabilizará a ampliação da terceirização do serviço público porque o Ministério do Trabalho já vem sendo gradativamente sucateado, e é um dos órgãos que apresenta elevadíssimo grau de terceirização e o quadro funcional muito reduzido. Com a ameaça do SUT, o dirigente sindical acrescenta que pesa uma interrogação sobre a forma como será suprida a demanda por trabalhadores do setor público do Ministério do Trabalho que atualmente está estimada em um déficit de cerca de 2 mil Servidores Administrativos e aproximadamente 900 cargos vagos na Auditoria-Fiscal do Trabalho em âmbito nacional. “A forma correta de suprir esta demanda é através de concurso público. Com o SUT, poderemos afirmar, no mínimo, que os trabalhadores do Ministério do Trabalho, ao invés de terem vínculo de servidor público federal, passarão a ser contratados pelo Estado e pelo Município. Através da experiência que vivenciamos com o SUS neste mesmo modelo, isto também aponta para o risco de precarização das relações de trabalho e perda do poder aquisitivo dos servidores públicos decorrente do achatamento salarial”, observou Jorge de Jesus. A fiscalização do repasse de recursos para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) também sofrerá um golpe decisivo com a implantação do SUT, pois os conselheiros também perderão poder de fiscalização e autonomia. A medida não favorece novas denuncias de desvios de recurso a exemplo do que os conselheiros fizeram no ano passado. “Como servidor do Ministério do Trabalho, acredito que a proposta implícita do SUT é acabar com o Ministério do Trabalho e reduzir o poder de fiscalização do Estado a respeito do cumprimento das leis trabalhistas e direitos que conquistamos com muita luta”, avaliou Jorge de Jesus. O dirigente sindical ainda aponta que a forma como foi elaborada a proposta do SUT desrespeitou o espaço de construção tripartite, pois o posicionamento de órgãos representativos dos trabalhadores não foi considerado, o que gerou reação da CUT e demais Centrais Sindicais, via CRT, Codefat e entidades de servidores. A atitude é ainda mais grave quando se observa que a proposta do SUT traz mudanças estruturais em relação ao atual modelo de Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda, implicando inclusive em alterações no formato de financiamento das políticas e reestruturação administrativa do Ministério. A CUT denuncia que a proposta do SUT traz elementos que não foram objeto de consenso no Grupo de Trabalho criado pelo MTE que está em desacordo com as resoluções da Conferência Nacional de Emprego e Trabalho Decente e entre outros aspectos altera o formato construído com ampla participação em espaços tripartite como o Fórum Nacional do Trabalho e nos Congressos do Sistema Público de Emprego.

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Centrais Sindicais realizam protesto na porta do INSS

As Centrais Sindicais realizaram um ato na manhã desta quarta-feira, 28, na Porta do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) situado na avenida Ivo do Prado. O “Dia Nacional de Lutas por Empregos e Direitos” é um manifesto em protesto contra as Medidas Provisórias 644 e 645. As Medidas alteram acessos a benefícios trabalhistas e previdenciários como seguro-desemprego, abono salarial (PIS-Pasep), seguro-defeso, auxílio-reclusão, pensão por morte, auxílio-doença e estabelecem a terceirização da perícia médica para o âmbito das empresas privadas. De acordo com o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Rubens Marques, o ato é unificado.” Hoje é o dia de luta dos trabalhadores. A CUT junto com os sindicatos estão reagindo com as MPs que retiram o direito dos trabalhadores. A mensagem é dialogar com quem está passando e dialogar com a imprensa que somos contra essa rtirada de direitos e o lugar escolhido não foi por acaso”, afirma. As novas regras já passam a valer a partir deste dia 28, mas precisam ter a validade confirmada pelo Congresso Nacional no prazo de até 120 dias. As alterações não se aplicam aos atuais beneficiários. Segundo o coordenador do Sindicato dos Previdenciários de Sergipe (Sindiprev), Isac Silveira, o único objetivo da presidente da república foi retirar benefícios já conquistados pelos trabalhadores. “As MPs valem a partir de hoje. Então quem falecer a partir de amanhã, já é alcançado por essa MP. A presidente disse que não fazia à retirada de direito nem se a vaca tossisse, mas a vaca tossiu e se engasgou. A MP tem um prazo de 90 dias podendo ser prorrogada por mais 90 dias, mas ela ainda vai ser votada no Congresso Nacional. Nós queremos a retirada das MPs para que seja discutida com a sociedade uma reforma que alcance as grandes pensões, os grandes salários e não a dos trabalhadores”, afirma. Mudanças Para o coordenador do Sindiprev, Isac Silveira, algumas das mudanças restringem os direitos como pensão por morte e seguro-desemprego. “Primeiro muda o conceito de pensão. Antes era uma salvaguarda da família quando o patriarca ou matriarca morria e com o falecimento dos genitores, agora se reduz em 50% o valor da pensão. Já o seguro-desemprego triplicou o prazo. Antes trabalhando por 6 meses, o funcionário já tinha direito a receber o seguro, agora tem que ter trabalhado 18 meses se for o primeiro emprego ou 12 meses se não. Essa foi uma mudança abrupta sem a conversa com a população. Então é retirada de benefícios porque restringe o direito do trabalhador”, informa. Por Aisla Vasconcelos (Portal Infonet)

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SINDIPREV/SE FAZ REUNIÃO SETORIAL NA DICON

A falta de negociação e encaminhamento da Campanha Salarial 2015 dos Servidores Públicos Federais, foi o ponto da reunião setorial que aconteceu ontem, 23, no Núcleo da DICON – Se, 10h. A reunião, serviu para que todos os servidores do Núcleo fizessem uma reflexão do atual momento político e econômico do Brasil e a aplicabilidade da perda de direitos dos trabalhadores e falta de previsão orçamentária para os STF em 2016. O Coordenador Geral do SINDIPREV/SE, Isac Silveira, acompanhado do Secretário Geral, Joaquim Antonio, Secretário de Finanças, Gildo Góes, e diretores Marcos Jeferson e Luiz Carlos Vilar, fez a convocação dos trabalhadores para a assembleia geral na sede do SINDIPREV/SE e a importância da participação maciça dos servidores no processo de discussão e análise de conjuntura. Os servidores ouviram as explanações dos representantes do SINDIPREV/SE, entendendo o momento crítico para a categoria e a falta de previsões de negociações para os STF. O aposentado Análio Francisco, participou da reunião fazendo a leitura da crise e a necessidade da participação de todos os servidores, ativos e aposentados, na assembleia e agendas coordenadas pelo SINDIPREV/SE. O SINDIPREV/SE está fazendo o seu papel, que é o de encaminhar a luta e cumprir a agenda de atos políticos deliberados pelas entidades nacionais, falou Isac Silveira ao final da reunião.   Por: Joaquim Antonio F Souza (Secretário Geral do SINDIPREV/SE)

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NOTA DE PESAR

É com pesar que informamos o falecimento do colega Carlos Augusto de Almeida que era servidor do Ministério da Saúde. O velório está acontecendo na Osaf da rua Itaporanga e o sepultamento está previsto para ocorrer às 9h da manhã da quarta-feira, 25, no cemitério Santa Izabel. A família sindipreviana está de luto por esta perda inesperada e que Deus conforte toda a família. Leia, aqui, matéria publicada na Infonet. SINDIPREV/SE

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SINDIPREV/SE NEGOCIA COM AGU PROCESSO DA GDPST

O Coordenador Geral do SINDIPREV/SE, Isac Silveira, esteve reunido hoje, 10, com o Procurador Chefe da União, Miguel Ângelo Feitosa Melo, na AGU. A reunião, que contou com a presença do assessor jurídico do SINDIPREV/SE, Lucas Rios, e o Secretário do Jurídico, Carlos Augusto, buscou a construção de um acordo no sentido de acelerar os cálculos referentes ao processo da GDPST. O diálogo entre representantes dos servidores e União será crucial para evitar embargos protelatórios, enfatizou Isac Silveira. Por: Joaquim Antonio F de Souza (Secretário Geral do SINDIPREV/SE)

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SINDIPREV/SE FAZ MOBILIZAÇÃO DA SUA BASE

A organização e mobilização da classe trabalhadora é uma das ferramentas constantes na política sindical adotada pelo SINDIPREV/SE. Os sérios problemas por que passam os servidores públicos federais, estão sendo discutidos nas reuniões setoriais realizada pelo SINDIPREV/SE no âmbito de sua base, sempre focando a necessidade do enfrentamento ao governo federal face à falta de conclusão das negociações estabelecidas nas Mesas Setoriais de Negociação e Grupos de Trabalho.Nos dias 31/01 e 01/02, a Plenária da CNESF (Coordenação Nacional de Entidades de Servidores Federais), que ocorreu em Brasília, sinalizou para a construção de uma greve nacional no primeiro semestre do ano caso o governo federal não recue e negocie um acordo com o conjunto da categoria. Em Sergipe, a direção do SINDIPREV/SE já vinha discutindo com a sua base (INSS, MS, e SRTE) o esgotamento de qualquer possibilidade de extensão de prazos de acordos estabelecidos e adormecidos no Ministério do Planejamento. A nova ótica do governo Dilma, aponta para dias difíceis com arrocho das contas públicas e retirada de direitos que penalizam os servidores públicos federais. Esta análise de conjuntura foi colocada nas reuniões setoriais ocorridas nas APS DO INSS IVO DO PRADO, ESTÂNCIA, SIQUEIRA CAMPOS, ITABAIANA e NOSSA SENHORA DA GLÓRIA onde a unimidade foi a favor de uma greve forte para garantir a incorporação das grarificações e o que esta estabelecido no eixo da Campanha salarial 2015. A retirada de direitos trabalhistas, a falta de concurso público e previsão de reajuste salarial para os servidores do Ministério da Saúde, INSS e SRTE, estão sendo levadas a todos os locais de trabalho, além da necessidade da paridade entre ativos e aposentados. No último dia 4, o Coordenador Geral do SINDIPREV-SE, Isac Silveira, o Secretário Geral, Joaquim Antonio Ferreira e o Secretário de Formação Política e Sindical, Júlio Júlio César Lopes, aproveitaram a reunião setorial na APS ITABAIANA, para fazer uma vistoria nas estruturas da APS ITABAIANA, onde foi constatada a total falta de condições aos servidores e a necessidade de se fazer um laudo técnico para ser encaminhado à Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Ministerio Público Federal. Neste mês de fevereiro, a direção do SINDIPREV/SE estará se reunindo com todos os servidores em seus locais de trabalho para discutir o engajamento na GREVE DOS STF apontada para o mês de março.CHEGOU A NOSSA HORA. Por: Joaquim Antonio Ferreira (Secretário Geral do SINDIPREV/SE)

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NOTA DE PESAR

É com pesar que a diretoria do SINDIPREV/SE informa o falecimento da Sra. Maria Hilda de Queróz, mãe do servidor do Ministério da Saúde e diretor do SINDIPRE/SE, Wágner Queiróz. O sepultamento acontecerá hoje à tarde no cemitério Parque da Paz, na cidade de Fortaleza/Ce. Nesse momento de profunda consternação, a família sindipreviana expressa o seu pesar, colocando-se solidária aos familiares e amigos do colega Wágner Queróz. SINDIPRE/SE

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PLENÁRIA DOS SPF DEFINE EIXO DE LUTA PARA 2015

Os servidores públicos federais vão lançar campanha salarial conjunta, com ato em Brasília, no dia 25 de fevereiro — a data coincide propositadamente com o 34º Congresso do Andes-SN, que ocorrerá na última semana do mês na capital federal. A manifestação é parte do calendário de mobilização aprovado, por consenso, no encontro que reuniu representantes dos mais variados segmentos do funcionalismo e de praticamente todos os estados do país, no sábado (31) e domingo (1º), na capital federal. Eles já sinalizam a construção de uma greve nacional no primeiro semestre do ano caso o governo federal não recue e negocie um acordo com o conjunto da categoria. A atividade que teceu as bases para lançar a campanha salarial unificada contou com a participação de quase 400 servidores. Os trabalhadores debateram, no plenário e em grupos, o desafio de superar eventuais divergências, construir uma campanha comum e exigir respeito à data-base e revogação dos ataques a direitos trabalhistas e previdenciários impostos pelo governo de Dilma Rousseff (PT). Realizado no hotel Brasília Imperial, o evento deu continuidade ao seminário de novembro do ano passado, quando os primeiros eixos comuns da pauta de reivindicações foram traçados. A reunião desse fim de semana agregou mais itens às reivindicações, combinando as demandas salariais e mais corporativas à defesa do serviço público e de um atendimento melhor à população. O calendário de mobilizações prevê desde o lançamento da campanha salarial até três dias de protestos em Brasília, de 7 a 9 de abril, nos quais a proposta de iniciar greve por tempo indeterminado de toda a categoria estará em pauta. Manifesto Os servidores aprovaram ainda um manifesto, assinado pelas entidades sindicais nacionais do funcionalismo, que contesta as recentes medidas do governo Dilma que atacam direitos previdenciários e trabalhistas, vê na política traçada pelo Planalto a visível intenção de atacar os serviços públicos e os trabalhadores em geral e reafirma a luta contra as privatizações. “As mudanças na Previdência são as mais pesadas contra trabalhadores desde as reformas de 1998 na era FHC e de 2003, no governo Lula, e que levou, já no governo Dilma, à privatização da previdência pública através da criação do fundo de pensão para o funcionalismo federal (Funpresp)”, diz trecho do documento. “O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos federais repudia estas medidas de ajuste fiscal e de ataques aos trabalhadores por parte do governo Dilma e conclama os servidores públicos a fazer uma grande mobilização”, conclama mais adiante. Ato contra Ebserh Também integra o calendário inicial da campanha o ato nacional contra a Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) e toda forma de privatização da saúde, que acontecerá no dia 6 de março, no Rio de Janeiro, e deverá levar ao deslocamento de representações e caravanas de várias partes do país para a capital fluminense. A reunião ampliada em Brasília foi organizada pelo Fórum das Entidades Sindicais Nacionais dos Servidores Públicos Federais, do qual participam 28 federações ou sindicatos e três centrais sindicais (CSP-Conlutas, CUT e CTB). O encontro alcançou seu principal desafio: tecer as bases para a unidade de diferentes segmentos do funcionalismo, superando diferenças nas posições políticas para dar o pontapé inicial na construção da campanha salarial de 2015, em torno de uma pauta que enfrente os ataques do governo e defenda a data-base. Pauta de reivindicações (eixos) 1-Índice linear de 27,3%. 2-Anulação da reforma da previdência realizada através da compra de votos dos parlamentares. 3-Extinção do fator previdenciário. 4-Isonomia salarial e de todos os benefícios entre os poderes. 5-Incorporação de todas as gratificações produtivistas. 6-Fim da terceirização que retira direito dos trabalhadores. Repudiar toda forma de terceirização, precarização e privatização. 7-Concurso público pelo RJU. 8-Combate a toda forma de privatização. 9-Pela aprovação da PEC 555 que extingue a cobrança previdenciária dos aposentados. 10-Pela aprovação do PL 4434 que recompõe as perdas salariais. 11-Regulamentação da jornada de trabalho para o máximo de 30 horas para o serviço público, sem redução salarial. 12-Pec 170/2012 — aprovação de aposentadoria integral por invalidez. 13-Reafirmar paridade entre ativos, aposentados e pensionistas. 14-Liberação de dirigentes sindicais com ônus para o estado, sem prejuízo às carreiras. 15-Pela revogação do FUNPRESP e da EBSERH Mobilização/Campanhas 1-Campanha nacional pela suspensão de toda criminalização aos movimentos sociais. 2-Campanha nacional pela melhoria dos serviços públicos e contra desmonte do estado praticado pelo governo. 3-Reorganizar os fóruns estaduais dos Servidores Públicos Federais. 4-Indicar discussão nas bases das categorias , durante a jornada de março, sobre indicativo de greve por tempo indeterminado. 5-Pressionar o congresso pela aprovação de projeto de lei sobre a negociação coletiva(Convenção 151). 6-Campanha pela suspensão do pagamento da dívida pública e realização de Auditoria da dívida pública, como previsto na constituição. 7-Pela Revogação das MP´s 664 e 665, entre outras, que retiram direitos dos trabalhadores. 8-Fazer cobrança no STF pelo julgamento da data-base. 9-Luta pelo aumento salarial dos trabalhadores. 10-Pela redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais aos trabalhadores da iniciativa privada, sem redução salarial. 11-Transposição dos anistiados para o RJU. (lei 8112/90) 12-Campanha pela liberdade de organização sindical nos locais de trabalho. 13-Campanhas por uma política adequada de saúde do servidor e combate ao assédio moral/sexual e às opressões. 14-Readmissão dos temporários demitidos na greve do IBGE. 15-Realizar Seminário nacional sobre precarização, terceirização e privatização no serviço público. 16-Confecção de um jornal em comum das entidades para a campanha salarial 2015, inclusive envolvendo temas nacionais, como a crise da água e energética. 17-Pela revogação das orientações normativas que mudaram os critérios para concessão de insalubridade e periculosidade. 18-Pela Petrobras 100% estatal e nacional. Pela condenação de corruptos e corruptores da Petrobrás. 19-Campanha pela revogação do FUNPRESP e da EBSERH. Calendário 25/02 : Ato de lançamento da campanha salarial 2015 no MPOG(Bloco K), com concentração às 9h/ Dia Nacional de luta com atos, assembleias e paralisações nos estados. 06/03 : Ato nacional no Rio de Janeiro e nos estados contra a privatização do SUS e a EBSERH/ Março : Jornada de Luta nos estados, com discussão sobre indicativo de greve. 07, 08 e

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SINDIPRE/SE PARTICIPOU DO ATO CONTRA AS MPS 664 e 665 QUE FOI REALIZADO EM FRENTE À APS APS IVO DO PRADO

Com o tema “Nem que a vaca tussa”, aconteceu ontem, 29, o ato da CUT e sindicatos filiados contra as MPs que retiram os direitos dos trabalhadores do setor público e privado. O Ato, que aconteceu em frente à APS INSS IVO DO PRADO, contou com a participação do SINDIPREV/SE que fez uso do espaço para denunciar o descaso do governo Dilma com os servidores públicos federais da base do SINDIPREV/SE que sofrem pela falta de conclusão das negociações concluídas nas Mesas de Negociação e Grupos de Trabalho. Antes do início do ato, o Coordenador Geral do SINDIPREV/SE, Isac Silveira, e o Secretário Geral, Joaquim Antonio, fizeram reunião setorial com os servidores da APS IVO DO PRADO informando sobre a reunião entre a CNTSS e o INSS. Os representantes do SINDIPREV/SE aproveitaram a reunião para mobilizar a categoria para as paralisações e greves que virão a partir de fevereiro devido a falta de conclusão da NT 003 que apontou para a incorporação das Gratificações do INSS. Os servidores da APS apoiaram a iniciativa do SINDIPRE/SE e concordaram que não há mais o que fazer senão a GREVE. O SINDIPREV/SE iniciará as visitas aos locais de trabalho para dar continuidade ao processo de mobilização. O SINDIPREV/SE NÃO FOGE À LUTA! Por: Joauim Antonio F de Souza (Sec Geral do SINDIPREV/SE)