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Câmara federal aprova reajuste salarial para servidores dos três Poderes

Na madrugada desta quinta-feira, 02 de junho, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou 14 projetos que destinam reajuste salarial aos servidores federais dos três poderes, da Procuradoria-Geral da República e para os militares. Os reajustes vinham sendo negociados com o governo da presidente Dilma Rousseff desde o ano passado. A CNTSS/CUT — Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social era uma das entidades nacionais dos trabalhadores que vinha dialogando com a equipe econômica do governo federal para negociar o reajuste das categorias. Depois da etapa conquistada na Câmara, as propostas aprovadas pelos deputados devem seguir agora para análise do Senado Federal. De acordo com propostas aprovadas, as categorias deverão receber os percentuais que têm direito de forma escalonada. Citando como exemplo, os servidores do judiciário, que tiveram seu projeto votado e aprovado em primeiro, deverá receber reajustes que variam de 16,5% a 41,47%, sendo que o valor será dividido em oito parcelas a serem pagas em quatro anos. Veja abaixo a íntegra da matéria divulgada pelo Agência Câmara de Notícias: Câmara aprova 14 projetos de reajuste salarial de carreiras dos três poderes O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, entre a noite desta quarta-feira (1º) e a madrugada de quinta-feira (2), 14 projetos de lei com recuperação salarial para diversas categorias dos três poderes (utivo, Legislativo e Judiciário). Esses reajustes foram negociados desde 2015 com o governo da presidente Dilma Rousseff, agora afastada devido ao processo de impeachment, mas foram assumidos pelo presidente interino Michel Temer. O único projeto que ficou para depois é o PL 7922/14, da Defensoria Pública da União, que estrutura carreiras do órgão. A retirada foi a pedido da própria DPU. A maior parte dos projetos precisa passar ainda por votação no Senado. O único projeto que irá a sanção é justamente o que aumenta a remuneração dos servidores daquela Casa (PL 4244/15), pois já foi votado lá e não teve mudanças na Câmara. Com o aumento do subsídio dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que chegará a R$ 39.293,38 em 2017, esse será o novo teto de remuneração do funcionalismo público. Debates em Plenário Os líderes partidários declararam apoio ao reajuste. “Os compromissos já estão na LDO [Lei de Diretrizes Orçamentárias] e no Orçamento de 2016. Vamos fazer o que negociamos em 2015 [no governo Dilma]”, declarou o líder da Minoria, deputado José Guimarães (PT-CE). Já o líder do PMDB, deputado Baleia Rossi (SP), ressaltou que o mérito da votação é do presidente interino Michel Temer, não de Dilma. “Os funcionários públicos estavam sendo enrolados e, agora, terão os aumentos aprovados”, disse. Foram aprovados os seguintes projetos de lei: – PL 6697/09 (Ministério Público da União)– PL 2646/15 (Supremo Tribunal Federal)– PL 2647/15 (Procuradoria-Geral da República)– PL 2648/15 (servidores do Judiciário)– PL 2742/15 (Câmara dos Deputados)– PL 2743/15 (Tribunal de Contas da União)– PL 2747/15 (defensor público-geral federal)– PL 4244/15 (Senado Federal)– PL 4250/15 (servidores de diversas carreiras do utivo)– PL 4251/15 (carreiras da educação)– PL 4252/15 (Fiocruz, INPI, Inmetro e outras carreiras federais)– PL 4253/15 (servidores de ex-territórios)– PL 4254/15 (diversas carreiras, inclusive honorários de sucumbência para AGU)– PL 4255/15 (Forças Armadas) ÍNTEGRA DA PROPOSTA: PL-6697/2009 PL-7922/2014 PL-2646/2015 PL-2647/2015 PL-2648/2015 PL-2742/2015 PL-2743/2015 PL-2747/2015 PL-4244/2015 PL-4250/2015 PL-4251/2015 PL-4252/2015 PL-4253/2015 PL-4254/2015 PL-4255/2015 Reportagem — Eduardo Piovesan e Carol Siqueira Edição — Pierre Triboli Agência Câmara Notícias

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Geap vai reduzir valor da mensalidade do plano de saúde dos servidores

Ideia é reduzir o índice de reajuste aplicado no ano passado de 37,55% para 20% a partir de junho. Medida será adotada para estancar saída de usuários Com 600 mil inscritos, entre titulares e dependentes, a maioria servidores públicos, a Geap Autogestão em Saúde pretende reduzir o valor das mensalidades, que foram reajustadas em 37,55% em novembro do ano passado . Segundo o presidente do Conselho de Administração da entidade, Irineu Messias de Araujo, a ideia é reduzir o índice a 20% a partir de junho. A diferença já paga, entretanto, não será devolvida aos beneficiários. De acordo com Araujo, a medida atende uma reivindicação dos servidores públicos diante das dificuldades em arcar com os valores atualizados. Desde que a mensalidade foi reajustada, o plano é alvo de diversas ações na Justiça movidas por entidades sindicais. A decisão busca, entre outros fatores, frear a saída de segurados do plano. Vinte e três mil pessoas se desligaram. Um estudo realizado pela Geap apontou a possibilidade de diminuir o percentual, considerando somente a inflação média do período. Para entrar em vigor, a redução precisa ser aprovada pelo Conselho de Administração, que se reúne nos próximos dias. A revisão do reajuste da Geap foi um dos primeiros compromissos assumidos pela nova presidência do Conselho de Administração (Conad), eleita no último dia 2 de maio. Com o voto unânime dos conselheiros, Irineu Messias de Araújo (representante da CNTSS/CUT) e Luiz Carlos Braga (Anfip) foram escolhidos para ocupar, respectivamente, a presidência e a vice-presidência do colegiado. Ao transferir a presidência da sua instância administrativa máxima das mãos das representações governamentais para os assistidos, a Geap deu mais um passo para que os interesses dos beneficiários tenham peso maior nas decisões sobre a condução da empresa. Agora, nos debates em que não houver consenso entre os membros do colegiado, o chamado voto de desempate será dos beneficiários, destaca Araújo. Os servidores públicos são os maiores financiadores da carteira Geap, por arcarem com mais de 70% dos recursos financeiros que mantêm a autogestão. A Geap mantém hoje convênio com 130 órgãos governamentais (ministérios, autarquias, universidades, fundações, centros de pesquisa, entre outros) e uma rede credenciada de mais de 17 mil prestadores entre clínicas, hospitais e laboratórios, localizados em todos os estados e no Distrito Federal. É a operadora com a maior carteira de idosos do país. São mais de 280 mil beneficiários com mais de 59 anos, dentre os quais 70 mil que já passaram dos 80 anos e 500 que já são centenários. Fonte: PORTAL METRÓPOLES

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Lançamento da Frente em defesa da Previdência Social será nesta terça, 31, no Senado

Cerca de 500 participantes são esperados para o evento desta terça, 31 (clique para ampliar) Nesta terça-feira, 31 de maio, às 9h, no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal, em Brasília, ocorrerá o lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social, em conjunto com diversas associações, sindicatos e entidades nacionais, estaduais e distritais, dentre elas a Fenasps. A Frente tem como objetivo a defesa da manutenção dos direitos sociais e da gestão transparente da Seguridade Social e do equilíbrio financeiro e atuarial da Previdência Social pública e solidária. Na parte da tarde, entre 14h e 17h, vai ser realizado o Seminário: “Desmistificando o déficit da Previdência no contexto da Seguridade Social”, numa promoção da ANFIP e Fundação ANFIP de Estudos da Seguridade Social. Programação do Seminário Convergência dos Regimes e a Previdência Social — Décio Bruno Lopes, mestre em Direito Previdenciário, vice-presidente de Seguridade Social da Anfip A Estrutura do Seguro Social Brasileiro e seu Impacto na Economia – Eduardo Fagnani – professor da Universidade de Campinas (Unicamp) — pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) A Realidade Tributária da Previdência Brasileira – Melissa Folmann — coordenadora da Pós-Graduação da PUC/PR em Direito Previdenciário · Aposentadoria Especial, Pensão e Redução de Direitos — Thaís Riedel, advogada e conselheira seccional da Ordem dos Advogados do Brasil — Seção do DF Previdência Rural e Diferença de Gênero — Jane Lúcia Wilhelm Berwanger, advogada, doutora em Direito Previdenciário e presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP) Os Impactos das Mudanças Demográficas no Seguro Social — Frederico Melo, economista e técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

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Nota de pesar

Algumas notícias são difíceis de serem escritas e publicadas. A perda de uma pessoa querida por todos nós, é uma delas. É com pesar que informamos o falecimento do servidor do INSS e filiado ao SINDIPREV/SE, Edmundo Paixão dos Reis, 32 anos, ocorrido ontem, 16, na cidade de Estância. Edmundo, era uma pessoa estudiosa, carinhosa com todos os seus colegas e cursava o curso de direito na UNIT de Estância. Servidor do INSS, era lotado na APS UMBAUBA, mas estava eufórico por ter sido aprovado no concurso do TRT do Espírito Santo, com a possibilidade de novos horizontes e sonhos a serem concretizados. Com curriculum invejável, nosso colega conseguiu aprovação nos concursos do Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Caixa Econômica Federal, onde foi gerente. Segundo matéria na INFONET, o estudante Edmundo Paixão dos Reis, 32, morreu durante um assalto praticado, supostamente, por dois adolescentes na noite desta segunda-feira, 16, na cidade de Estância. De acordo com os primeiros levantamentos realizados pela Polícia Militar, o estudante teria reagido ao assalto. Os adolescentes chegaram a roubar o aparelho de telefone celular e a carteira porta-cédula da vítima e, mesmo assim, agrediram a vítima e fugiram a pé. Com essa morte prematura (assassinato), o jovem deixa sonhos e prioridades e segue o plano superior sem realizar seus desejos e colher os frutos plantados através da competência e estudo. Nós, colegas e amigos, estamos totalmente sensibilizados com o acontecido, orando muito por ele e por sua família. Deus o abençoe. Edmundo Paixão era natural de Rio Real/Ba, trabalhava na APS UMBAUBA e residia em Estância. Seu corpo será velado a partir das 13 h, à Rua da Radio difusora número 52 e enterrado 16h no cemitério municipal de Rio Real. DIREÇÃO DO SINDIPREV/SE

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PARABÉNS A TODAS AS MAMÃES

Nosso bom dia especial a todas as mães sindiprevianas que tanto lutam para um mundo melhor para todos. Nossas mães são amáveis, belas e guerreiras quando chamadas para a luta. Coração de mãe sempre cabe mais um . Carinho sorriso abraço e todo o nosso amor! Direção do SINDIPREV/SE

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SINDIPREV/SE REALIZA ATO CONTRA O PLP 257

O dia 14 de abril foi marcado por ampla luta sindical contra o PLP 257/2016, com os servidores da base do SINDIPREV/SE usando roupas pretas e participando de ato na Pça Fausto Cardoso, 15h. A luta contra o a aprovação do PLP 257/2016, é o objetivo nacional dos sindicatos da base da CNTSS com ampla divulgação da perda de direitos diretamente provocados por sua aprovação e implementação no âmbito público das três esferas. Na assembleia realizada pelo SINDIPREV/SE, o economista Luis Moura, DIEESE, relatou a sua preocupação direta com os servidores públicos municipais e estaduais devido o conceito estabelecido no PLP para o refinanciamento da dívida em mais 20 (vinte) anos através do enquadramento à Lei de Responsabilidade Fiscal e seus prejuízos aos trabalhadores. A preocupação acima mencionada, foi relatada à população sergipana no ato que aconteceu no dia 14 na Praça Fausto Cardoso que contou com a CUT — Central Única dos Trabalhadores e vários sindicatos da sua base que fizeram a discussão com a sociedade sobre o pacote de maldades do referido PLP. O ato encerrou às 17h. Por: Joaquim Antonio F de Souza (Secretário Geral do SINDIPREV/SE)

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BASE DO SINDIPREV/SE DELIBERA POR ATO EM ARACAJU

Aconteceu ontem, 07,15h, a assembleia geral dos servidores da base do SINDIPREV/SE convocada para discutir, como pontos principais, o PLP 257/2016 (Pacote de Maldades), paralisação para o dia 14 dos SPF. O debate, que aconteceu no auditório do Sindicato dos Bancários, reuniu, aproximadamente, 30 filiados(as) que acompanharam a explanação do economista do DIEESE, Luis Moura, sobre o PLP 257/2016 e o seu impacto direto na vida dos servidores brasileiros e, por consequência, na vida econômica da população brasileira, devido a queda de receita pela crise que poderia ser criada com demissões de terceirizados, comissionados e servidores efetivos municipais e estaduais. Sob a óptica de Moura, o PLP prejudica diretamente os servidores estaduais e municipais, não vendo, ele, prejuízo aos servidores federais. Após explanação de Luis Moura, os filiados(as) presentes se manifestaram preocupados com a generalização do PLP que pode recair nos federais prejudicando a efetivação do “acordo de greve 2015”, com o argumento técnico de ser exemplo aos estados e municípios brasileiros de enxugamento na folha de pagamento dos seus servidores para atingir metas fiscais trimestrais ou semestrais. Para o SINDIPREV/SE, através da fala do Coordenador Geral, Isac Silveira, e Secretário Geral, Joaquim Antonio, o PLP 257/2016, busca um ajuste político e econômico do governo federal em estender o financiamento da dívida pública dos estados e municípios em 20 anos, tendo em contrapartida o corte previsto no PL. O SINDIPREV/SE, apresentou a preocupação com o PLP, após a declaração do Ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, em, até, suspender o reajuste acordado com os STF de 5%, previsto para agosto de 2016. Ora, se o ministro dá uma declaração destas e logo após propões o PLP 257, claro que existe a previsão política e legal para suspender qualquer cumprimento de acordo com os servidores federais. FALTA DE QUÓRUM NÃO DELIBERA POR PARALISAÇÃO Após o debate do PLP 257, os presentes na assembleia viram a necessidade de participar dos fóruns federais para manter a base dos federais unificada para enfrentar o “novo governo” seja o atual ou não. A participação na PARALISAÇÃO DOS STF no dia 14, não foi votada porque a assembleia não viu condições de aprovar a participação pela falta de quórum o que poderia gerar desconforto em tentar convencer os colegas em seu local de trabalho. ASSEMBLEIA DELIBERA ATO EM ARACAJU Mesmo não tendo condição de deliberar a paralisação, os presentes na assembleia deliberaram por: – Vestir camisa preta no dia 14 por luto E – Participar de ato na Praça Fausto Cardoso, centro de Aracaju, no dia 14, a partir das 15h. Lutar e preciso! Por: Joaquim Antonio F de Souza (Secretário Geral do SINDIPREV/SE)

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SINDIPREV/SE CONVOCA BASE PARA LUTAR CONTRA O PLP 257/2016

A perseguição aos servidores públicos brasileiros têm sido o maior trunfo dos governos que se negam a fazer as reformas fiscais e políticas necessárias para a manutenção da estabilidade econômica brasileira, através de incentivos fiscais, reforma política, taxação das grandes fortunas e um verdadeiro pacote de choque econômico para o equilíbrio fiscal e distribuição de renda entre a população. Ao longo dos governos, a retirada de direitos constitucionais conquistados dos trabalhadores brasileiros e, em especial, servidores públicos têm permeado o discurso dos gestores que se negam a “cortar na carne” o cerne da reforma estrutural. O SINDIPREV/SE publicou matéria sobre o discurso do Ministro Nelson Barbosa sobre a perspectiva de suspender o reajuste dos Servidores Públicos Federais, acordada na greve de 2015, caso o governo não atingisse a meta fiscal prevista para o primeiro semestre de 2016. A preocupação evidenciada pelo SINDIPREV/SE foi tema de debate nas entidades nacionais sobre o alerta econômico do governo em, mais uma vez, penalizar os servidores públicos federais pela crise econômica e a incapacidade de promover as reformas desejadas pela sociedade. PLP 257/2016 — O pacote de maldades De autoria do Poder utivo, o PLP (Projeto de Lei Complementar) 257 que tramita no Congresso em regime de urgência sob o pretexto de medidas de estímulo ao reequilíbrio fiscal, Altera o Decreto-lei nº 2.848, de 1940 e a Lei nº 4.595, de 1964 e retira boa parte dos direitos dos servidores das esferas da gestão pública. A pressuposta estabilidade no serviço público está ameaçada com a aprovação deste PLP, propondo também, em nome de uma reforma fiscal, a suspensão da realização de concursos públicos, congelamento de salários e criação de um programa de demissão voluntária de servidores públicos. O pacote pressupõe ainda o alongamento da dívida pública dos estados com a União. O prazo era de meados de 2027 e foi adiado por mais 20 anos. Esse Plano de Auxílio aos Estados e Municípios, apresentado pelo governo federal no último dia 21 de março, prevê três etapas, sendo inicialmente a restrição à ampliação do quadro, o não reajuste de salários e corte de gastos discricionários, administrativos e de cargos comissionados. Caso essas medidas não sejam suficientes, será preciso partir para a segunda etapa, que pressupõe a proibição de aumentos nominais de salários, concessões de novos subsídios e desonerações, assim como mais cortes nos gastos já mencionados. Se ainda assim o desequilíbrio permanecer, a terceira etapa prevê a vedação de reajustes reais no salário-mínimo, corte de 30% nos benefícios dos servidores (que são alimentação, saúde, transporte e auxílio-creche), além de um programa de demissão voluntária ou licença temporária não remunerada. AMEAÇA DE DEMISSÃO Até o momento o governo não abordou a demissão de servidores, tomando medidas anteriores para conter a crise. Mas, sabe-se que se essas medidas não forem suficientes, corre-se o risco de invocação indevida da Lei de Responsabilidade Fiscal para justificar demissões “não voluntárias”. Nesse caso, o servidor deve ficar atento. Antes de falar em demissão de servidores efetivos, prefeituras, estados, Distrito Federal e União, deverão exonerar – pelo menos – 20% dos comissionados. E aqui cabe interpretar que, se 20% dos comissionados não forem suficientes, deve-se avançar para todos os comissionados e terceirizados, antes de se falar em cargo efetivo submetido ao devido concurso. É difícil imaginar um corte ampliado de comissionados e terceirizados que exija o avanço para a demissão de servidores efetivos não estáveis e, sucessivamente, estáveis. Em suma, se aparentemente o servidor público efetivo pode sim vir a ser demitido em função de uma crise, deve-se observar atentamente se todas as outras medidas anteriores foram integralmente esgotadas e realmente não surtiram efeito. Os governos, tanto federal, quanto estaduais e municipais – onde normalmente concentram-se os maiores desequilíbrios orçamentários – precisam atentar-se para a adoção de medidas radicais em outros setores, sem apelar para gerar um vácuo no serviço público que suplicará preenchimento logo adiante. Lembremos que não foi a folha de pagamento dos servidores que causou a crise atual e certamente não será ela que resolverá. Medidas que desestimulam os direitos sociais nunca são saudáveis. Ao servidor, cabe analisar cada passo do PLP 257/2016 e seus desdobramentos, evitando a culpa indevida pelo desequilíbrio das contas do Estado. SINDIPREV/SE CONVOCA BASE PARA MOBILIZAÇÃO CONSTANTE O SINDIPREV/SE convoca todos os servidores a acompanharem a tramitação do PLP 257, que não foi votada semana passada por pressão das entidades estaduais e nacionais, mas que poderá ser aprovada, caso não fiquemos mobilizados. O Coordenador Geral do SINDIPREV/SE, Isac Silveira, juntamente a outros diretores, participarão de plenárias em Brasília para construírem nacionalmente uma agenda de lutas voltada, exclusivamente, ao combate do PLP 257/2016 e a garantia do Acordo de Greve 2015. “O projeto de lei complementar do Poder utivo é uma declaração de guerra ao funcionalismo público brasileiro”, declarou Isac Silveira, Coordenador Geral do SINDIPREV/SE que disse não haver outra forma de garantir os direitos conquistados a não ser pela luta da categoria unificada. Por Joaquim Antonio F de Souza (Secretário Geral do SINDIPREV/SE)

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MENSAGEM A TODAS AS MULHERES

Ser mulher é lutar todos os diasé defender a sua criaé amar é cantaré viveré dançaré protestaré ser guerreira todos os dias.Ser mulher é ser mãe e muitas vezes pai.Ser mulher é ir pras ruas gritar por dignidade. Não é fácil ser mulher, é prazeroso e único.Nossas mulheres SINDIPREVIANAS são assim — únicas, amorosas e guerreiras.

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SINDIPREV-SE ADVERTE: NÃO HAVERÁ GOLPE NOS SALÁRIOS E DEMAIS DIREITOS DOS TRABALHADORES!

Nas últimas semanas vêm circulando e sendo intensificada em toda a mídia televisiva, rádios e canais da internet a fala de representantes do Governo Dilma, do PT, acerca da necessidade de mais Reformas na Previdência cancelamento de concursos públicos adiamento (mais uma vez) do já pífio reajuste de 5% (previsto para agosto de 2016) corte de gratificações congelamento de salários, etc., sob o pretexto de que o país vive uma de suas maiores crises econômicas e que todos deverão dar a sua cota de sacrifício. Em se cumprindo estas ameaças, o Governo Dilma não só flerta com a direita, com a burguesia parasitário-financeira nacional e internacional, como também, deita e rola em seus lençóis, sendo permissivo com o aprofundando do receituário neoliberal, reeditando com primazia e requintes de crueldade antigas práticas que foram recorrentemente utilizadas nos governos do PSDB de Fernando Henrique Cardoso, como de seu antecessor, Lula, e de outros tantos representantes do Capital no Brasil, os quais fizeram e continuam a fazer verdadeiras atrocidades com os trabalhadores e trabalhadoras brasileiros. Se for verdade que existe uma crise econômica — e tais crises são inerentes ao sistema capitalista — então, questionamos ao Governo Dilma e aos seus representantes, o porquê somente os trabalhadores são chamados a pagar esta conta? 2015 foi um ano marcado por recordes nos lucros dos bancos brasileiros (ou seja, lucros para banqueiros) ano onde o agronegócio (nicho econômico de ruralistas e latifundiários, e não dos que fazem a agricultura familiar brasileira) teve alta produtividade e elevada exportação, com vultosos subsídios do Governo ano onde continuaram as isenções fiscais para setores empresariais alinhados a este governo, financiadores de suas campanhas e que exploram os trabalhadores e trabalhadoras com baixos salários em todo o país ano em que os parlamentares federais (deputados e senadores) se autopresentearam com vultosos aumentos em seus salários, passando de pouco mais de 26 mil Reais para mais de R$ 33,700,00 por mês (com efeito cascata para Ministros, Juízes, Governadores, Secretários, Deputados Estaduais etc.) ano em que os brasileiros foram extorquidos como nunca, com aumentos criminosos na gasolina, energia elétrica, taxas bancárias, aumento de IPTU, passagens de ônibus, inflação alta etc. E ai que todos nós insistimos na pergunta: por que somente os somente os trabalhadores são chamados a pagar esta conta? O Governo Dilma deve parar de ser lacaio dos credores nacionais e internacionais!! Não aceitaremos que os cortes no orçamento sejam feitos em políticas sociais (com ênfase na saúde, educação, assistência social, previdência, habitação etc.) e nos salários e demais benefícios dos trabalhadores brasileiros. Este Governo letárgico e incompetente demonstra a sua incapacidade de superar a crise do capital a partir de um conjunto de medidas que rompa de vez com o projeto neoliberal de redução do Estado, reafirmando um Estado mínimo para o social e máximo para o capital. Que o Governo cobre daqueles que criaram a crise, a partir da taxação das grandes fortunas do fim da distribuição de recursos públicos para a iniciativa privada (isenções e incentivos fiscais) da eliminação de regalias e demais privilégios da classe política e dos cabides de empregos em Brasília que seja firme com os corruptos dos outros e com os seus próprios corruptos. Ameaçar os trabalhadores com mais reformas conservadoras, mais retirada de direitos e, com o não pagamento de seus salários e ajustes salariais, firmados em termo de acordo de greve, mais do que um descumprimento legal e de empenho de sua palavra, é uma clara tentativa de GOLPE! Desta forma, a direção do SINDIPREV-SE, corporificada em sua base de milhares de trabalhadores e trabalhadoras filiados, ativos, aposentados e pensionistas, ADVERTE CLARA E EXPLICITAMENTE ao Governo Dilma que, caso a ameaça aos direitos destes trabalhadores tenha continuidade e, principalmente, caso tais ameaças sejam efetivadas, não mediremos esforços para contra-atacar este governo, de forma dura e imediata, da forma como governos de direita devem ser tratados! Conclamamos ainda todas as Centrais Sindicais, Federações, Confederações e demais movimentos sociais que verdadeiramente estão ao lado e a serviço dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros a elevarem o tom contra as ameaças deste Governo e responderem na mesma altura, reorganizando suas bases em todo o país e se colocando diretamente no fronte da luta de classes!! Nas próximas semanas a direção do SINDIPREV-SE estará convocando assembleias com a sua base de filiados para discutir o tema e por em pauta o encaminhamento de ESTADO DE GREVE, deliberando ainda por uma greve geral na sua base, a ser encaminhada para as entidades nacionais que representam a categoria, cobando a mesma posição firme e imediata contra os ataques do Governo Dilma aos direitos dos trabalhadores brasileiros. Governo Dilma: Não haverá golpe nos trabalhadores do Brasil!! ASCOM – SINDIPREV/SE